Putaria no acampamento

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Eu namorei uma putinha, muito tarada, quer era fisicamente bem do meu gosto: branquinha, tetinhas pequenas com bicos almofadados, uma bunda fantástica, coxuda e uma buceta bem feitinha que parecia de bebê, com um grelo de tamanho médio, ótimo para chupar. A família dela era bem antiqüada, religiosa e, sobretudo o pai, era super rigoroso. A putinha não podia sair à noite, só durante o dia. Às dez da noite tinha de estar em casa. Dez horas e um minuto, já dava confusão. Eu sempre brincava com ela: “- Quer dizer que o teu pai só deixa tu fuder de dia…” Era uma história, a guria vivia na rédea curta. Como é que pais e irmãs podem pensar que uma putinha de 21 anos, com namorado há algum tempo, não fudia? Bah!, e como fudia! A putinha fudia como uma louca, era tarada demais. Eu ficava imaginando o que a família diria se soubesse como ela era na cama…

Uma vez, resolvemos ir acampar na praia, mas obviamente que os pais não deixaram: “- Só se as irmãs dela forem junto!”, anunciou o pai. “- Não tem problema, nós levamos as irmãs.” E lá fomos nós acampar com as irmãs junto. Era uma praia que gostava muito, e onde já tinha acampado outras vezes, deserta e com um rio que corria ao lado, paralelamente à praia. O lugar era muito bonito e armamos a barraca em frente a uma pequena ponte que ficava sobre o rio e por onde se podia chegar à praia. Em frente à ponte tinha dois coqueiros, um de cada lado, onde se podia ver a lua entre eles. Se o paraíso existe, deve ser parecido.

Quando chegamos, as gurias vestiram logo os biquínis e foram pra praia, enquanto eu me preparava para fazer uma feijoada. Sempre gostei de cozinhar e, nos acampamentos, o prato que mais fazia era feijoada. Cortei a porra das carnes, juntei o feijão e coloquei na panela, que foi sobre o fogo do pequeno botijão de gás. Era como eu fazia feijoada na época, misturava tudo e metia junto na panela, com os temperos.

O dia correu assim tranqüilo, com elas na praia e eu cozinhando, e depois almoçando já no final da tarde. Pra que ter hora para qualquer coisa num acampamento? A noite chegou e ficamos na areia, sentados, conversando, ouvindo música e apreciando a lua que aparecia entre os dois coqueiros. As irmãs dela eram bem legais e eu gostava de conversar e brincar com elas, mas o que eu tava querendo mesmo era que elas fossem dormir, para a putaria com a minha putinha começar.

Mais tarde elas avisaram que iriam dormir e nós ficamos alí fora, com a desculpa de arrumarmos as coisas, guardar panelas, pratos e deixar tudo pronto para o dia seguinte. Elas entraram na barraca e nós ficamos namorando, nos beijinhos e nos carinhos sacanas: passa a mão nas tetinhas, passa a mão na bundinha, na bucetinha… e as coisas foram esquentando. Tirei a blusa dela, expondo as tetinhas lindas. Acariciei as duas, para nenhuma ficar com ciúmes da outra, e os biquinhos endureceram. Fiquei acariciando eles suavemente com as pontas dos três dedos, anular, médio e indicador. Ela ficava doidinha e gemia. “- Não podemos fazer barulho por causa das tuas irmãs… Vê se te controla…” Ela era escandalosa fudendo e gritava até não mais poder. Claro que naquela noite isso não poderia acontecer, ou as irmãs dela iriam ficar sabendo que a irmãzinha caçula delas já fudia e muito!

Botei o pau, já molhado, para fora e ela agarrou ele com tesão. Como batia uma boa punheta aquela vagabunda! Eu não me desgrudava das tetinhas perfeitas delas e nem ela do meu vergalhão duro. O restante das roupas desapareceram e nossos corpos nus foram acariciados pela brisa morna daquela enluarada noite de verão. Ficamos em pé e nos abraçamos, com o meu cacete no meio das suas coxa e as minhas mãos acariciando sua bunda maravilhosa. Nos esfregávamos feito loucos e suas coxas já estavam molhadas pela nossa lubrificação. Comecei num vai-e-vem no meio daquelas coxas roliças, encharcadas, com meu pau se esfregando no meio da sua bucetinha. Ela gemia e eu tapava sua boca. Eu também sou escandaloso fudendo, mas pelo menos me controlo mais do que ela… “- Meu amor, não pode gemer alto, tuas irmãs vão ouvir!”, dizia eu baixinho no seu ouvido e aproveitava para beijar e acariciar com os lábios o seu pescoço. Ela tremia de tesão e um friozinho louco corria de cima a baixo pelo meu peito. Como era bom foder aquela vadia!. Não aguentava mais, precisava meter naquela buceta quente. Ela, como que pressentindo o meu desejo, ajoelhou-se e engoliu o meu caralho, chupando e acariciando as bolas. “- Chupa meu bem, chupa, engole o teu caralho…” Ela chupava e punheteava ao mesmo tempo, me deixando doido. Tava foda! “- Pára meu amor, pára senão eu gozo nessa boca fuderosa!”, disse e peguei-a pelos braços, levantando-a. “- Deixa eu chupar mais um pouquinho, se ver que vai gozar eu paro…” Como se a porra funcionasse assim… “- Nada disso, agora é a tua vez.” Coloquei-a sobre o capô do carro e abri suas pernas, deliciando-me com a visão da sua buceta inundada pela nossa molhação. Dei um tapinha leve na testuda e disse: “- Agora tu vai ter o que tu mais gosta…” Caí de boca! Chupei a sua bucetinha alagada e com o grelinho duro. A bucetinha dela tinha pêlos ralos e bem aparadinhos, rente à pele. Lambi com vontade de cima a baixo e depois me concentrando no grelo, passando a língua em volta dele e em cima, abocanhando e chupando, voltando a lamber e, finalmente, usei a minha técnica secreta. Às vezes penso que é até sacanagem eu usar essa técnica… A puta fica totalmente descontrolada e goza muito rápido. Foi o que aconteceu… Eu já nem estava mais me importando com os gemidos dela e se as irmãs iriam ouvir.

Fiquei de pé, agarrando suas coxas e puxando-a de encontro a mim, enterrando na sua buceta vertiginosa o meu cajado teso. E aí fudeu! Metia alucinado, sentindo a pele da minha piça escorregando na da sua xota incendiária. Como é bom fuder sem camisinha! (mas não façam isso, hoje em dia não dá!) Eu era um doido delirante, desatinado, desequilibrado, totalmente descontrolado, fudendo a minha putinha estonteante. A porra estava próxima, estava para me acabar dentro da sua buceta acetinada, quando a vadiazinha gozou, me agarrando e estremecendo-se toda. Fui junto e jorrei uma cachoeira de porra pra dentro da sua xana, enchendo-a com meu esperma quente. Acabados os dois, desabei sobre ela e ficamos alí sobre o capô, sentindo nossos corpos colados e suados, sentindo nossos corações acelerados, batendo forte e acalmando-se lentamente. Eu adorava aquela puta. Nunca teve melhor…

Dia seguinte. “- Maninha, eu não esperava isso de ti. Transar em cima do carro, a céu aberto? Imagina se meu pai fica sabendo disso! E pior, transando daquele jeito! Parece que é uma tarada! E nem se preocupou em não fazer barulho! Nós ouvimos e vimos tudo! Que vergonha!” As irmãs dela, naquela noite, descobriram uma irmã que não conheciam… Uma irmã fudiona! Felizmente elas foram cúmplices e não contaram nada para os pais, ou seria um completo caos. Mas que elas devem ter gostado de ver, isso devem. Aposto até que bateram uma siririca enquanto nos observavam da barraca… Claro que elas gostam de putaria, assim como qualquer pessoa normal. Afinal, é a putaria que nos motiva a viver, trabalhar, comer, que traz um sentido para nossas existências nesse mundo…

22 ideias sobre “Putaria no acampamento

  1. Porra! Pelo jeito a foda do companheiro xupaxota neste fim de semana foi t??o intensa que o deixou fraco num doming??o ? s 10 h da noite (hora oficial da putaria intern??utica de todos os safados!).
    Cuidado, companheiro. Esse neg??cio de foda domiciliar com gatinha tagarela d?? efeitos colaterais, hein? Mas n??o d?? nada! Est?? dada a minha ben?§??o e o vosso caralho (que, descobri em site portugu??s, originalmente era aquele cesto no alto do mastro principal donde o marinheiro castigado ficava encarregado de espreitar o horizonte e avistar, ou n??o, terra) que se torne digno do Paj?© do Elixir do escritor da “Escrava Isaura”, o putanheiro Bernardo Guimar??es. Gracias!
    Nosso Senhor dos Passos… tr??pego de bebedeira!

  2. Xupaxotinha.
    Que que ta havendo?
    Cansado ainda?
    Vem aqui terminar a historinha, poxa. :(
    Beijos na pica pra ver se te acorda.

  3. Adorei teu blog, volto outras vezes… quem sabe quando eu voltar de novo j?? possa ler o resto da sua hist??ria picante…
    Beijo.

  4. Eita putinha que deixou saudades… O relato por vezes transpirava nostalgia. ;) Nada como ter boas lembran?§as de fodas inesquec?­veis.
    Beijos na pica babada.

  5. que frase ” a putaria ?© que nosmotiva a viver” falou e disse , muito doido, ??tima hist??ria!!!!!!!!!!

  6. Ulal??! Amei a sua hist??ria… e a essa t?©cnica heim? N??o seja ego?­sta em guard??-la s?? pra voc?? meu lindo. Conta vai! bj grande

  7. Eu q queria essa putinha p min ???
    essa bb ?© sensacional ???? rsrsrs bjuss blzzz ???

  8. isso eu quero contar numa noite de sabado eu cruzei com um nego de 1,80 eu o chamei para transar eu chupei a pica molhada dele ele enfiou na minha buceta estava otimo mas a mulher dele tinha nos seguido ela nos pegou no flaga comesamos a nos bater mas o negao tirou ela do quarto e voltou a transar comigo agora eu estou tranzando com ele aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii como e bom

  9. qeria muitas mulheris vadia qer goista de homem dotado qer goista da o anos muito goistosa tesudas voceis mulheris qer esta vendo esi saiti mim oprocuri

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