Fotos de gostosas lindas

Ontem à noite assinei um site que tinha vontade de assinar há tempos, o Galitsin-News.com. É um excelente site com fotos e vídeos de putinhas nuas, um dos melhores que conheço na internet. As fotos são de alta qualidade e de muito bom gosto, feitas pelo fotógrafo russo Grigori Galitsin, que escolhe as putinhas a dedo. Na minha opinião só existem mais dois ou três outros sites com qualidade semelhante, dos quais falarei depois em outro post. Pelo meu gosto baixaria todas as fotos e vídeos que tem lá para o meu computador, mas sei que é impossível por causa da quantidade: só de fotos tem mais de 102 mil atualmente. É adicionado material todos os dias, três vezes ao dia. É muita coisa! E as putinhas são fantásticas! Sempre que der vou postar aqui galerias de fotos para que você possa babar pelas gatinhas. Vou escolher galerias mais ou menos do meu gosto, ou seja, tetinhas pequenas tem que ter com certeza.

A primeira galeria é de duas “amiguinhas” juntas, o meu tema preferido. Uma delas é a coisa mais linda que existe nesse mundo, a Alexa. Tetinhas pequeníssimas do jeito que eu gosto! A outra é a Katia e tem tetas maiores, pouco mais que médias e as duas têm olhos claros lindos. Quando eu vejo essas coisinhas absurdas não acredito que possa ser uma criação humana, tem de ter um ser superior responsável pela existência de tanta perfeição, não é possível! Como se não bastasse a beleza das putinhas fotografadas para o site, as fotos são de muito bom gosto, não são vulgares, é coisa de alto nível.

Escolhi a opção trial (para expirementar), pela qual paguei apenas US$ 6.95 por três dias, ao fim dos quais a assinatura é renovada por US$ 19.95 a cada 30 dias. Para mim vale super a pena. Ontem à noite já me acabei na punheta e comecei a minha coleção de fotos. Vou gravar tudo em DVD depois de classificar por modelo. Vai ser um trabalhão, mas bem divertido. Putaria é sempre muito divertido!

Clique na foto para abrir a galeria e conferir a qualidade, é surpreendente!

Professorinha puta

Deu no Paducah Sun! Na pequena cidade de Paducah, com pouco mais de 26.000 habitantes, no Estado do Kentucky, EUA, descobriu-se que uma professorinha da escola local de nível médio era puta. No idos de 1995 ela tinha feito um filme de putaria e 11 anos depois o segredo tornou-se público; como reprimenda pelos seus atos pecaminosos, foi demitida da escola.

Tericka Dye, a professorinha puta, ensinava ciências e era treinadora de volley naquela escola até que que o diretor sentenciou com ares de intelectual: “A sua presença poderia causar uma ruptura no processo educacional” e botou ela no olho da rua.

Em sua defesa, a profesorinha disse que sofria de transtorno bipolar e não tinha onde morar na época. “Eu estou 100% arrependida de ter feito aquilo e sempre tentei seguir em frente e não pensar nisso, mas não tinha sido diagnosticada naquela época”, ela disse. Apesar de toda a confusão que uma coisa dessas causa numa cidade pequena, alguns pais de alunos deram apoio à putinha. “Todos nós fazemos coisas das quais nos arrependemos depois, o problema é que no caso dela isso ficou registrado em vídeo”, disse a mãe de uma aluna daquela escola, confirmando seu apoio à professorinha.

Apesar de ser uma cidade do interior, é uma pena que Paducah discrimine assim uma putinha apenas por ter feito uma putariazinha de nada no vídeo. Claro que transtorno bipolar nunca foi desculpa para se “cair na folia”, mas demití-la por causa de um pornôzão é realmente um pouco demais. Em verdade vos digo que, a maioria das pessoas que a discriminaram, incluindo aí o diretor da escola que a demitiu, gostam de um bom filme de putaria. Não adianta, todo mundo gosta de putaria e quem não gosta certamente tem algum problema mental grave. Se até Jesus apoiou as putas, quem somos nós para discriminá-las?

Explico aqui porque algumas pessoas podem estar pensando que confundo puta com atriz pornô. Uma puta ganha dinheiro pra fuder, ganha dinheiro fudendo. Da mesma forma as chamadas atrizes pornôs ganham dinheiro fudendo, logo, é tudo puta.

Fique atento: se você souber que uma professorinha da escola do seu filho faz filminhos pornôs nos horários vagos, não discrimine nem peça a sua demissão, pois ela pode contribuir e muito com a educação sexual dele.

Traduzido livremente de artigo publicado no site Adult Video News.

Meu primeiro puteiro

Meu primeiro puteiro foi uma sauna (ou terma, como acho que chamam em outros estados), que atualmente já não existe mais. Não tinha a menor experiência nessas coisas e nunca tinha estado com uma puta antes, o que me deixava muito nervoso. Fui de cara, sem ter bebido nada (acho que foi a única vez) e quando cheguei fiquei impressionado com a casa: no primeiro ambiente um salão enorme onde se encontrava um bar muito bonito e uma mesa de snooker; num segundo ambiente atrás do bar com uma piscina enorme, a maior dentre as de todas as saunas da cidade, ficando os banheiros e as saunas seca e a vapor ao fundo. Ao lado do deck da piscina uma boa churrasqueira, tudo me apresentado pela hostess do puteiro, uma mulher muito bonita, alta e gostosona, que viria a se tornar minha amiga, depois de alguns anos frequentando a casa.

Eram quatro da tarde e a casa estava com lotação média de putas, com muito poucos clientes. Sentei numa mesa e imediatamente veio uma puta falar comigo, oferecendo uma bebida. Pedi um chopp e, depois de ter voltado com a bebida, sentou-se comigo. Começamos a conversar e eu disse que era a minha primeira visita a um puteiro, que estava meio nervoso e não sabia exatamente o que fazer. Ela tentou me relaxar um pouco falando que não tinha nada demais, aquele era um lugar com outro qualquer, só que tinha putas, mas fora isso eu poderia beber, conversar, fazer sauna, tomar banho de piscina, enfim, tudo que eu faria num lugar comum, com o benefício de eu poder fuder uma ou mais putinhas. O papo dela, apesar de bem intencionado, não estava me ajudando a relaxar, mas a bebida com certeza estava e eu tomava um chopp atrás do outro para ver se deixava o nervosismo de lado e entrava no clima.

Ela me chamou para ir sentar numa das mesas no deck da piscina e ficamos nós dois lá atrás sozinhos, conversando. A puta era absurda! Alta, com os cabelos lisos e longos até quase a bunda, pretos. Seu rosto era muito bonito e o corpo muito gostoso, fazendo realmente o estilo gostosona e não o tipo magricela, com seios tamanhos médios, que ela fez questão de me mostrar para saber se eu aprovava. Aprovadíssimos! “- Pode pegar, não tem problema, afinal tu precisa conhecer a mercadoria antes de comprar…” Peguei naquelas tetas deliciosas, meio tímido, mas com muito tesão. O caralho já protestava com a falta de espaço dentro da calça. “- A minha buceta é peladinha, tu gosta de buceta pelada?” Disse isso e puxou a calcinha para o lado deixando-me ver aquela maravilha, com pêlos ralos e aparados apenas em cima. “- Se tu passar a mão nela ela fica molhadinha bem rápido!” Putz!, como dá para recusar um convite desses? Olhei pra buceta, ela com as pernas abertas, e timidamente toquei de leve na parte de baixo, onde senti a pele macia, bem depilada e que deveria estar cheirando muito bem; cheiro de buceta! Procurei o grelinho e encontrei um pequeno, aguardando a hora de ser abocanhado, chupado, babado, lambido, a coisa que mais gosto de fazer na putaria (por que você acha que eu tenho esse apelido?). No meio dessa brincadeira toda me aparece uma putinha, a coisa mais linda do mundo! Eu não a tinha visto no salão quando entrei, ela tinha chegado naquele momento. Porra, a putinha era muito linda, muito gostosinha! A putona me apresentou pra putinha e depois dos beijos ela ficou em pé ao meu lado, com meu braço em volta da sua cintura, podendo sentir a pele macia e jovem dela sob a minha mão. O cacete tava louco, molhado, querendo fuder logo, mas eu gosto das coisas bem saboreadas, caminhando no seu tempo, sem pressa. Putaria tem de ser muito bem curtida para se aproveitar ao máximo e não feita às carreiras sem sequer se sentir o gosto de momentos como aquele.

“- Tu te importa que ela sente conosco?” “- Claro que não! Senta aqui ao meu lado minha querida…” Ela sentou e eu coloquei a mão na sua coxa, já relaxado pelo efeito do álcool. Resolvi que tinha de fuder aquela putinha recém-chegada e disse pra ela que queria fazer um programa já! A putona ficou ofendida. “- Pô, mas eu fico um tempão contigo, te fazendo relaxar e tu faz isso comigo? Vai fazer programa com outra?! Eu podia estar com outro cliente que fosse fazer programa comigo!” Puta é assim mesmo, chantagista, ainda mais que eu era novato em puteiro e não sabia das manhas delas ainda. Mas não teve jeito, eu queria era fuder com aquela putinha lindinha, que estava toda desconcertada com a situação, ou pelo menos fazia de conta. Ela tentando não atrapalhar o programa da outra, me disse: “- Olha, não vai dar pra fazer programa hoje porque estou menstruada.” “- Pô, mas então pra que tu veio pra cá? Enfim, não tem problema, eu não me importo, te como menstruada mesmo!” “- Mas eu não gosto, não faço programa quando estou menstruada.” Àquelas alturas eu comecei a desconfiar que puta é mentirosa, coisa que se confirmou depois, com os muitos anos como putanheiro. Não estava acreditando que a putinha estva menstruada, achava que ela estava mentindo para não criar caso com a putona. “- Tá bom, então se tu tá menstruda me mostra que eu quero ver.” “- Não vai aparecer nada porque eu estou usando algodão.” “- Tá usando o quê?” “- Algodão, lá dentro da buceta, para o sangue não sair.” Porra, aí é que eu não acreditei mesmo! Nunca tinha visto ou sabido de alguém que colocasse algodão dentro da buceta quando está menstruada. OB tudo bem, mas algodão?! “- Tá minha querida, vamos fazer o seguinte então: vamos lá no banheiro que tu vai me mostrar esse tal de algodão. E ele vai ter de sair vermelho!” Enchi o saco da putinha até que ela foi comigo ao banheiro para me mostrar. Entramos e ela abaixou o biquini mostrando que a menstruação não aparecia. “- Mas eu quero conferir, deixa eu meter o dedo.” Meti o dedo e senti algo, porém não dava pra saber se era algodão ou algum absorvente. Tirei o dedo e ela enfiou dois pra dentro, tirando uma bola de algodão vermelhinho e me mostrando. “- Tá satisfeito agora?” A puta era doida, enfiava algodão na buceta! Voltamos para a mesa e não me restava outra opção a não ser fazer o programa com a putona indignada pelo meu tesão pela putinha. A putona era um baita de um mulherão, mas eu endoidei pela putinha.

Combinamos o programa e fomos para o quarto. Chegando lá ela me beijou e disse que ia cuidar bem de mim e não iria me deixar nervoso, sabia como era assa coisa de primeira vez e já tinha lidado com essa situação muitas vezes. Era uma puta experiente. Ficamos nos beijando, eu pegando nas tetas dela, amassando sua bunda e roçando no seu coxão. Era uma baita coxuda a putona! Ela tirou minha camisa, minha calça e depois seu soutien, mostrando as tetas fantásticas onde eu meti a boca, mamando, mordiscando e deixando seus biquinhos bem durinhos. Ajoelhou-se à minha frente e tirou a minha cueca, olhando com olhos gulosos o meu cacete duro e mohado, segurando em seguida na raiz da porra e abocanhando a cabeçorra. Ela apertava a raiz e mamava na vara, me deixando louco de tesão, babando o pau, deixando muito mais molhado e inchado ainda. Sabia chupar a putona! Como chupava! Meteu uma bola na boca enquanto batia uma punheta encharcada para mim, depois trocou de bola, seguindo firme na punheta. Tudo que eu queria era gozar, mas ainda estava cedo para eu me acabar na punhetinha bem batida. Levantei-a, coloquei-a na cama e tirei a calcinha, tocando na sua buceta quente que estava realmente molhada. Abri aqueles coxões e fiz o que queria muito: caí de boca engolindo o bucetão molhado! Lambia o grelo, chupava os lábios, enfiava o nariz no buraco da buceta quase sufocando; mas seria uma morte feliz, por asfixia dentro daquela buceta suculenta, arrombada, que fudia muito todos os dias. Eu chupava e a puta gemia, não parava quieta na cama, segurava minha cabeça e puxava para si pedindo que eu chupasse mais, que engolisse o grelo dela para ela gozar. Veio um gozo violento cheio de tesão e o grito: “- Gozei nessa boca gostosa, porraaa!!” A putona era muito vadia, muito gostosa e eu não aguentava mais, precisava meter o cacete logo. Coloquei uma camisinha, botei a cabeça na porta da grutona escura e dei uma estocada, enterrando a porra toda. Ela gemeu e eu comecei num vai-e-vem louco, cada vez mais rápido até me acabar gritando: “- Aaaaaaahh, putonaaaaa!”, e depois desabei em cima dela cansado pelo gozo. Puta foda!

Descansei um pouco e depois fomos tomar banho, nos beijando e acariciando. Na saída prometi voltar outras vezes pois tinha gostado muito de fuder com ela. Não sabia eu ainda que aquela tinha sido a primeira vez de outras incontáveis fodas com aquela putona muito gostosa e muito carinhosa. Fiquei freguês.

De putinha a putona

Passeando pelo blog Diário da Putaria, encontrei um poeminha que me fez rir muito. Resolvi postá-lo aqui:

Simplicidade

Quando eu tinha 13 anos, sonhava em ter um namorado.

Aos 14, tive um namorado. Mas não vivi uma paixão.
Senti que precisava de um cara do tipo apaixonado.

Ainda no colégio, saí com um cara apaixonado,
mas emocional demais. Era o rei dos problemas,
tudo era terrível, ele chorava, ameaçava se suicidar.
Concluí que precisava de um rapaz estável.

Aos 25 encontrei um homem estável, mas muito chato.
Era totalmente previsível, nada o excitava.
A vida ficou monótona e compreendi
que precisava de um homem excitante.

Aos 28 encontrei um tipo excitante, tudo-de-bom,
mas não consegui acompanhá-lo.
Ele ia de um lado para outro sem se deter em canto algum.
Era impetuoso, capaz de seduzir qualquer mulher,
e me fez sentir tão feliz quanto miserável.
A típica história eletrizante e sem futuro.
Decidi encontrar um homem ambicioso.

Cheguei aos 30 e encontrei um homem inteligente e ambicioso.
Pensei até em casar, mas ele era tão ambicioso
que me trocou por uma herdeira.

Hoje, com 40 anos, gosto de homens com o pau duro. E só!!!
Nada como a simplicidade…

Mijadeira no puteiro

Um dia como outro qualquer em casa e eu me embriagando com a minha vodka preferida: Natasha. Em verdade vos digo que a minha vodka preferida não é realmente a Natasha e sim a Absolut, mas para todo dia tomar um litro tem de ser da mais barata, senão não sobra nada pros puteiros. Com meio litro nas veias e circulando alegremente pelo meu cérebro, o telefone chama. Era uma puta conhecida já de alguns anos. “- Meu amor, abriu uma sauna nova e eu estou trabalhando nela. Vem aqui pra me ver e conhecer a casa.” “- No momento eu estou ocupadíssimo levando um papo com a minha amante russa, a Natasha, mas assim que der eu vou. Tem puta nova aí ou eu já conheço todas?” “- A maioria tu não conhece e a casa é ótima, vem que tu vai gostar!” Desligamos e continuei com o meu processo de embriaguez, pois afinal não poderia deixar a minha amante russa na mão, abandonando-a pela metade. Quando finalmente a minha Natasha já tinha se incorporado toda em mim, não tinha mais nada para fazer em casa e resolvi que estava na hora de conhecer o puteiro novo.

Cheguei lá e avisei na recepção: “- Quero falar com a minha amiga puta.” Fui levado para o salão, que era grande e encontrei a minha puta sorridente. “- Como tu demorou, pensei que não vinha mais!” “- Tu acha que eu ia perder de conhecer um puteiro novo? Claro que não!” O salão estava cheio de putas, a maioria que eu realmente não conhecia, e só eu de homem. Situação fantástica! Primeiro fui conhecer a casa, que tinha dois andares, sendo os quartos em cima. Era realmente uma boa casa, apesar de não ser luxuosa. Depois do “tour” sentei-me numa das mesas com a minha puta para beber. Ela chamou algumas das putinhas para me apresentar e convidei duas para sentar conosco. Bebemos, conversamos e eu falei para as duas novatas: “- Os peitinhos de vocês me parecem ser bonitinhos, mas não consigo ver sobre o soutien. Mostra para eu ver.” Elas puxaram o soutien para o lado deixando ver aqueles dois pares de peitinhos pequenos, durinhos. “- Tá, visualmente está aprovado, agora só falta o teste táctil!” Meti as mãos nas tetinhas das duas e fiquei acariciando, mas realmente teve um daqueles pares de tetas que eu tinha gostado mais e seria provavelmente o meu programa. Gosto de tetinhas que tenham os biquinhos “almofadados”, como chamo e os daquela putinha eram assim. Mama-los-ia em breve!

Chamei a putinha dos biquinhos almofadados para jogar uma partida de snooker e durante o jogo já comecei com a putaria. Pegava nas tetinhas, roçava na bundinha e ela empinava mais a porra para ficar colada no meu pau. Perdi o caralho do jogo e voltamos pra mesa onde estavam as outras duas. Ficamos nos beijando e peguei na buceta dela, enfiando a mão por dentro da calcinha e tocando no grelinho. Botei as tetinhas pra fora e abocanhei aqueles biquinhos maravilhosos, chupando bem de leve. Ela pegou no meu pau sobre a bermuda e ficou alisando, dizendo que queria ele todo dentro dela, que queria me fazer gozar bastante. Aquela putaria estava ficando cada vez melhor.

“- Minha putinha, vamos aqui na cozinha porque estou precisando muito de chupar tua buceta.” E fui puxando ela pelo braço. “- Calma que eu preciso ir ao banheio fazer xixi!” “- Tu faz mais tarde, vamos que eu quero logo meter a boca pra sentir o gosto da tua bucetinha.” “- Mas eu não tô aguentando!” “- Aguenta sim, tu aguenta!” E arrastei a putinha pra cozinha. Sentei ela em cima de uma mesa, tirei a calcinha e abri suas pernas. Que buceta peladinha! Sentei numa cadeira e caí de boca, passando a língua de cima a baixo, metendo a língua nos lábios para depois chupá-los. Adoro chupar lábios de buceta pelada! Abri a buceta peladona, coloquei o grelinho pra fora e lambi com movimentos suaves, chupando vez por outra. “- Porra, agora eu não aguento mais, quero mijar!” “- Então mija minha putinha, se mija toda na minha boca!” “- Tu tá doido? Não posso mijar aqui na cozinha, vai molhar tudo!” “- Não tem problema, depois a gente seca, mija logo na minha boca, na minha cara… Mija porra!” Ela relaxou e daí a pouco veio aquele mijo abundante, em jato forte, enchendo a minha boca e molhando meu rosto e camisa. A puta mijava e gemia. “- Maluco, olha o que tu tá me obrigando a fazer… sacana…” A mijada foi longa, ela estava realmente cheia e o meu tesão muito grande. Quando ela acabou eu levantei o rosto, olhei a bucetinha toda mijada e dei um tapa gostoso. “- Pega uma camisinha na bolsa que eu preciso fuder esse buraco molhado, esse buraco quente, arrombado!” Coloquei a camisinha e enterrei o caralho duro todo na buceta da puta. A mesa rangia e eu fudia com mais força, num tesão alucinante, prestes a me acabar todo naquele poço sem fundo. “- Porraaaa putinhaaaa!” Um gozo bom, de tremer as pernas, encaixado entre as coxas dela e segurando nos seus quadris. Olhei pra ela, relaxado, as pernas bambas, satisfeito com a putaria, com a mijada da puta.

Na recepção, quando saí, o dono do puteiro me disse: “- Me disseram que tu tava fazendo programa na cozinha e eu não acreditei!” “- Putaria não tem lugar companheiro, vai onde der!” Fui pra casa guardando mais uma lembrança, a daquela putinha de pernas escancaradas se mijando toda… Essa vida é boa!!

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