Puta no porta-malas

A Flavia pediu mais posts e eu não podia deixar de atendê-la. Vou escrever a história da puta no porta-malas, que devo há tempos e até hoje não terminei. Aproveito também para postar uma galeria de fotos da putinha Sarah, que você pode conferir clicando aí na miniatura. Vamos então à historinha de putaria…

Uma vez fui com um grande amigo meu ao puteiro que mais gosto em Salvador. É puteiro simples, com muitas putas e ambiente bem brega. Ou seja, é puteiro mesmo, tradicional, daqueles que não querem se passar por outra coisa que não puteiro. Música brega pra se dançar e elas todas só de calcinha e soutien, circulando pela casa. Aquele tipo de puteiro que o bondoso Nosso Senhor dos Passos adoraria abençoar.

Entramos e sentamos numa das muitas mesas do salão, quando veio em nossa direção uma puta inacreditável. Caralho! Que puta era aquela!? Puta, profissional ou amadora, melhor do que aquela é difícil de encontrar. Tentando caber dentro de uma minúscula lingerie branca de rendas (a minha preferida), aquela total e absurdamente supergostosa chegou à mesa e perguntou: “-Vocês querem beber alguma coisa?” Creio que levamos umas duas horas para responder, com os olhos vidrados naquele corpo fuderoso. As coxas da puta eram indescritíveis. A fenomenal bunda, nem sei o que dizer… A puta era toda… Sei lá! Eu já tô nervoso só de lembrar dela e não ter condições de descrevê-la. Com tetinhas pequenas e durinhas, a vadia aparentava ter uns 18 a 20 anos. “-E aí, só vão querer olhar ou vão querer beber também?” A sua voz me trouxe de volta ao puteiro e respondi: “-Uma cerveja por favor minha querida.” Ela deu as costas para a nossa mesa e seguiu em direção ao bar, sabendo que nossos olhares estavam encrustrados, cravados, já vivendo naquela bunda oceânica.

De volta com a cerveja, ela perguntou se queríamos a companhia dela na mesa. Perguntinha que nem merecia uma resposta… “-Claro meu amor, senta aqui consoco”, respondi. Prontamente ela sentou e eu não sabia se conversava ou se me babava todo em cima daquele corpo. A puta era muito foda! E o rosto? Eu não falei do rosto? Porra, eu não falei do rosto! Puta linda! Toda perfeita, com cabelos negros, lisos e compridos, a roçar a pele levemente morena. Lábios carnudos, com um sorriso tão angelical que me fez desejar sair com ela dali correndo para casarmos. Como não sou louco para me casar de novo (dois foram suficientes para uma vida), uma boa foda comercial já estaria de bom tamanho. Para isso, conversamos logo sobre os custos putariescos para mim e para meu amigo. Nós queríamos transar com ela ao mesmo tempo, mas uma puta daquela qualidade não dava para nós nos contentarmos com uma fodinha no puteiro com tempo contado. E fui direto: “-Quanto custa para saírmos os três daqui e passarmos a noite num motel fudendo?” Ela foi bem amigável, respondendo “-Se formos os três, a dona vai cobrar o dobro, mas se dissermos que só um vai passar a noite comigo e o outro não, vocês só pagam um programa.” Não acreditei naquela conversa, mas quando acertamos o valor com a dona, foi realmente só o preço de um. Paguei e, com a puta já contratada por toda a noite, continuei a beber, pois puteiro sem álcool na cabeça não presta.

Depois de dançar muita música brega – que outro tipo de música se pode encontrar num puteiro? – e bebermos mais ainda, decidimos cair fora e pra dentro de um motel. Colocamos a puta no carro e seguimos para a nossa festa particular.

Estávamos alí, parados quase em frente ao motel, todos pensando no que eu falei; “-Se entrarmos todos, vão cobrar dobrado, pois somos dois homens.” Era mesmo. Foi quando ela deu a idéia: “-Um vai no porta-malas!” É, mas quem? Entrei numa ruazinha ao lado do motel e parei ao lado do muro para decidirmos. A discussão estava bem acalorada, já que nem eu nem ele queríamos ir fechados no porta-malas. Para mim não dava, devido à minha altura, então a melhor opção era ele, porque não era lá tão alto. Na verdade ele não é alto. Tá bom, ele é meio baixinho, mas não muito. Pô, tinha de ser ele! A essas alturas já estávamos fora do carro, ainda discutindo quem faria o papel de mala, quando me veio uma súbita e absurda vontade de cagar. Sabe essas cagadas ansiosas? Aquelas onde o cocô não quer saber onde a gente se encontra, está apenas interessado em sair rápida e, principalmente, violentamente? Era uma dessas. Porra, ninguém se decidia e a bosta alí, batendo na porta do cu desesperada pra sair. “-Pessoal, vamos decidir logo isso porque esse cocô não vai esperar…” Daí eu me dei conta da situação: os três alí discutindo quem ia entrar no porta-malas, a bosta já pra sair e eu sem saber o que fazer. Comecei a rir. Porra, comecei a rir pra caralho e não conseguia parar. Foi então que, com o riso, a bosta explodiu cu afora. Só deu tempo de baixar o calção rapidamente e me curvar um pouco pra frente. A bosta saiu líquida, esguichando do meu rabo e eu gargalhando. Os dois pararam e ficaram me olhando sem acreditar. “-Porra, cara, você cagou aqui?” “-Que caralho você queria que eu fizesse? Cagada não espera decisões, cagada caga!” A putinha não falava, só ria. A minha diarréia pelo menos serviu para ela se decidir: “-Tá bom, eu vou no porta-malas.” Diante da decisão dela, meu amigo me veio com essa: “-Mas se ela for no porta-malas e nós dois no carro, o pessoal do motel vai pensar que nós somos viados!” Essa era foda… “-Porra, você não quer ir nem quer que ela vá! Com certeza eu não vou pois não caibo nessa merda.” Limpei o rabo com o calção e abri o porta-malas pra putinha entrar. Só de sacanagem quando paramos na portaria do motel, passei o braço sobre os ombros dele. “-Deixa de viadagem porra!” Aquela noite estava muito divertida e estava só começando…

Já no quarto, minha primeira providência foi tomar um banho pra tirar o cheiro de bosta, no que depois fui seguido pelo amigo e pela putinha, um por vez. Quando ela saiu do banho, enrolada numa toalha, agarrei logo, beijando-a longamente e apalpando a fantástica bunda sob a toalha, que caiu logo pelo ato das minhas mão. Putz!, que bunda! Porra, já estou nervoso de lembrar. Aquela puta era foda. Foi então que dediquei a minha atenção àquelas tetinhas maravilhosas e, após acariciá-las, pus-me a beijá-las, lambê-las e chupá-las. Delícia de tetinhas. Estava tão concentrado nas tetas que nem percebi o meu amigo se aproximar por trás dela e começar a se esfregar nela. Fizemos um sanduíche com a putinha, que gemia até não mais poder. De caralho em riste, aproveitei para fazer cena de filme de putaria e ficamos de pé, com a putinha ajoelhada chupando nossos cacetes. Eu segurava ela pelos cabelos macios e puxava sua cabeça, enterrando minha piça pela sua garganta adentro. “-Tá bom minha putinha, agora vem cá pra cama porque preciso xupar tua xota.” Ela deitou na cama e, como gosto de fazer antes de cair de boca na buça, virei ela de bruços, abri as bandas da bunda, me alucinei com a visão do conjunto e cai de boca no buraco do cu. Lambi o rego todo, sem pressa, com carinho, apalpando sua bunda absurda e depois forcei a língua para dentro do cu. Isso é muito bom! A língua dura, forçando, tentando entrar no cu da vadia, que resistia fazendo pressão e a porra não conseguia entrar. Fuder cu com a língua é ótimo! Virei a vadiazinha, abri suas pernas e olhei pra xaninha bem feita, de pentelhos bem aparados, baixinhos. Comecei a beijar em volta e lamber, só pra provocá-la bastante e depois comecei a acariciar a racha bucetal com o meu nariz. Acariciava, cheirava e enterrava o nariz na caverna do dragão até ficar sem ar e começava tudo de novo. A putinha arqueava o corpo e gemia, sob a ordem do meu amigo: “-Capricha na punheta, porra!” Finalmente subi com a boca até o grelinho dela e fiquei beijando e passando a língua levemente, deixando-a mais doida ainda. Quando não aguentava mais, abocanhei a porra, envolvendo seu grelo duro com os lábios e passando a língua macia em movimentos circulares. Alternava com boas chupadas no grelo até que a puta explodiu num gôzo violento na minha boca. Meu amigo, louco, enfiava o pau na boca da vagabunda, que vez por outra interrompia a coisa para pedir: “-Não goza na minha boca, não goza na minha boca!”

“-Vem cá meu amor, agora quero um boquete. É só o meu amigo que ganha?” Deitei de costas e ela prontamente fez o meu caralho duro sumir boca adentro. Que chupada! A vadia chupava como profissional que era. Aproveitando ela de quatro me chupando, meu amigo chegou por trás e, já de cacete vestido, enterrou a porra na buceta dela. Aí o cara endoidou de vez. Ela me chupando, ele bombeando e gritando até se esporrar todo. O bom de tudo isso é que a putinha estava realmente parecendo aproveitar a putaria. Depois do gôzo ele caiu na cama e logo estava dormindo. Eu é que não ia desperdiçar o tempo que tinha com aquela puta do caralho pra dormir. Ela continuava me chupando e também me pedindo vez por outra: “-Não goza na minha boca, não goza na minha boca!” “-Calma meu amor, vou gozar muito mas é dentro dessa buceta quente!”

Deitei ela de costas, abri suas coxonas e enterrei a vara. Comecei num vai-e-vem lento, sentindo aquela buceta vulcânica me engolindo e me excitando cada vez mais. Aumentei o ritmo e logo estava num entra-e-sai alucinado, gemendo e fazendo gemer. Caralho! Não deu. Explodi em porra, que inundaria a sua buçanha toda, não fosse a camisinha. -”Porra, putinha, que buceta quente! Que buceta fudida de gostosa! Aaaaaaahhh!”

Deitei ao seu lado exausto, abracei-a e fiquei acariciando suas tetinhas duras. Ficamos alí, em paz, sorrindo, nos beijando e acariciando, descansando da maratona. “-Vamos tomar um banho?” Seguimos para o banheiro e tomamos banho juntos, nos lavando um ao outro, nos agarrando, beijando e apalpando. O caralho não queria descansar, já apontando pro céu. Saímos do banho e sentamos no sofá, conversando e bebendo. O resto da noite foi assim até o amanhecer, com conversa, beijos, bebida, carícias e mais uma foda. Duas numa noite não é exatamente o comum para mim, mas aquela puta me deixava enlouquecido.

Com o dia já claro, acordamos o meu amigo e fomos embora, com ela de novo no porta-malas. Deixei ele em casa e fui pra minha com ela, onde continuamos a putaria na piscina até o início da tarde. Muito a contra-gosto, levei a putástica de volta ao puteiro. Ainda cheguei a fazer mais um programa com ela numa outra ocasião, mas foi a última vez. A putinha casou com um cliente de sorte.

Muito obrigado pela visita e divirta-se!

Putaria no Rio!

A minha vida não poderia estar melhor: descobri um puteiro simples na esquina da rua onde estou, em Copacabana. É simples, porém bem limpo e com ótimas putinhas. Cheguei já com quatro cachaças com limão na cabeça. A entrada é bem discreta, com uma porta de grade e um interfone, que toquei para abrir a porta. Subindo a escada, cheguei à sala, onde tinha um bar e muitas putas esperando clientes. Muita putinha bonitinha e gostosa, pra vários gostos. Depois de ser levado para conhecer a casa, pedi uma cerveja, que tinha um preço bem bom para puteiro. Geralmente a latinha gira em torno de 5 a 6 pila, mas lá custa apenas 3. O programa também é barato, porém com tempo curto: 30 minutos.

Já com minha lata na mão, parei em frente às putas todas e perguntei quem queria tomar um cerveja comigo. Só aí já dá para perceber um pouco quais são simpáticas e quais as chatas. “-Eu quero é fazer sexo!”, disse uma delas. “-Minha querida, é preciso tomar uma cervejinha antes e conversar um pouco para saber se eu vou querer algo com quem está comigo.” Daí, uma outra que me pareceu muito simpática, começou a falar comigo e eu prontamente a convidei. Fomos sentar num canto, beber e conversar. A putinha era, além de realmente bem simpática, bonita, com um corpinho pequeno e magrinho, com cabelos compridos e negros. As tetinhas eram algo de absurdo! “-Meu amor, eu estou desconfiando que tuas tetinhas são uma delícia, mas não posso ter certeza vendo assim por cima da roupa…” Ela de imediato puxou a parte de cima do vestido preto para o lado, me deixando ver aquelas tetíssimas pequenas e pontudas. Caralho! “-Hoje eu vou passar bem”, pensei comigo. Depois de esvaziar incontáveis latas de cerveja, acertei o programa com a puta chefe, uma gordinha muito bonita e gostosa, e fomos para o quarto.

O quarto era simples e limpo como o resto do puteiro. Uma cama redonda e uma cadeira, mais nada. O banheiro ficava fora, comum a todos os quartos. Baixei a alça do vestido dela, expondo as suas tetíssimas deliciosas, deixando o vestido cair até os pés, para então meter a boca naquelas maravilhas. Mamei apalpando a sua bundinha dura e macia. Tirei a roupa e joguei-a na cama. “-Abre as pernas meu amor, que eu vou chupar muito essa bucetinha pequena.” A putinha abriu as pernas todas, colocando as pernas na cabeça e me deixando ver um grelo grande, doido pela minha boca. “-Putz!, que grelão gostoso. Te vendo assim pequena nem dá para imaginar a surpresa desse grelo.” Afastei a capa e comecei a passar a língua bem molhada, suavemente. A putinha gemeu e abriu mais a buceta com as mãos. Lambi, descendo até a caverna do dragão e subindo de novo até o super grelo. Daí, não teve outra, abocanhei o grelaço e comecei a chupar com tesão, suave e firmemente. Senti o grelo inchar na minha boca e me grudei nas tetas dela, apertando e chupando cada vez num ritmo maior. “-Assim eu gozo meu amor…” Não dava para responder porque eu estava com a boca ocupada no paraíso. Em mais um tempo, a putinha gozou, tremendo o seu corpinho e segurando a minha cabeça. Delícia o gozo dela. “-Agora é sua vez”, disse ela, me deitando de costas e enfiando meu caralho mole na boca. Porra, que bosta! Eu bebi para caralho e agora tava broxa. A vadiazinha se esforçava, mas não tinha jeito. Foi quando bateram na porta: “-Tempo!”. Esse negócio de tempo é foda. Fui pro banho lavar meu cacete mole e depois segui para a sala de novo.

Na sala, fiquei conversando com uma putinha totalmente gostosa, com um par de coxas que não tinha mais tamanho e uma bunda oceânica. Alisei suas coxas enfiando a mão entre elas. Putz!, que coisa gostosa! “-Minha querida, vamos fazer um programa? Não consegui gozar no primeiro e, quem sabe, tu consegue o impossível: fazer meu pau de bêbo ficar duro.” Lá fui eu de novo acertar o programa com a puta chefe. Quarto de novo. Essa puta era muito mais do meu tipo físico, muito gostosa, cheinha, tetas pequenas, um absurdo. Entramos e ela foi tirando logo a roupa, exibindo aquele corpo que levantava até pau de defunto, mas parece que não levantava pau de bebum. Me grudei na putinha, apalpando ela toda, para depois colocar ela na cama, de quatro. Com aquela bunda que não tinha mais tamanho olhando para mim, abri as bandas para ver melhor o buraquinho do cu e não tive dúvida: caí de língua no poço sem fundo. Lambi e enfiei a língua, fazendo força para fuder aquele buraco com a minha língua dura. Não me demorei porque o tempo era curto e eu queria poder gozar. Deitei de costas e pedi: “-Engole meu pau minha putinha, vê se consegue fazer essa porra endurecer.” Ela engoliu a porra mole, chupando e vez por outra batendo punheta. Não tinha jeito, a porra não endurecia. Ela ficou naquela missão impossível um tempo, até que eu perdi a paciência e puxei ela pro meu lado. Ficamos conversando e trocando carinhos até o tempo acabar. Pau de bêbo é uma bosta.

Voltei para a sala depois de outro banho e continuei a alcoolização. Ouvi muita música na jukebox e até encontrei um gremista perdido na cidade maravilhosa, devidamente uniformizado. A putinha super gostosona, antes de sair, passou para mim o seu número de telefone e nos despedimos. “-Liga para mim!” “-Pode deixar meu amor.” Eu amo todas elas.

Pouco tempo depois voltei para o apartamento bêbo para caralho e liguei pra Fada Safada para encher o saco dela com conversa de bêbo. Ela passou no teste de paciência com louvor. Agora à tarde, já resolvi: voltarei ao puteiro para terminar o que comecei. Dessa vez sem bebida para poder aproveitar a putaria. À noite programa sério: show do Chico no Canecão. Como você pode ver, estou me divertindo para caralho, então, aproveite também e divirta-se!

Tetonas vomitadas

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Certa vez fui com um grande amigo de quem gosto muito, a um puteiro que costumava freqüentar. Era um puteiro-sítio, com uma casa enorme, no meio de uma área bem grande. A dona do puteiro, uma senhora, me recebia muito bem e gosto dela. Na espaçosa varanda da casa tinha uma mesa de snooker onde várias putinhas jovens ficavam sentadas quando ninguém estava jogando. Ao entrar na casa, um grande salão com mesas e cadeiras, tendo à esquerda um bar (meu lugar favorito) e uma máquina jukebox, para se colocar música. Mais ao fundo, banheiros e os quartos para a putaria geral. Numa outra casa, atrás da principal, moravam as putinhas da casa. As putas de lá moravam todas nessa casa, que era cheia de quartos, uma para cada. Eu gostava de chegar lá no início da tarde para ir até a casa das putas e encontrar com elas, que estavam nessa hora recém acordando. Putas nuas pra todo lado, com cara de sono, escovando os dentes, ou simplesmente se espreguiçando na cama. Era uma atração à parte, a casa das putas.

Ao chegar, depois de cumprimentar a tia, fui direto para a mesa de snooker jogar com o meu amigo. “- Ô tia! Por favor, manda duas cervejinhas pra nós!” E ficamos jogando, bebendo e conversando com a putinhas que ficavam alí em volta da mesa. Convidei duas delas para jogar em dupla conosco. “- Mas vamos jogar apostado.” disse eu. “- Se nós ganharmos nós mamamos nas tetas de vocês, se vocês ganharem mamam na nossa piça.” Bom, de qualquer forma, a putaria sairia ganhando. Era uma melhor de três partidas e, meu amigo que jogava bem, assegurou a nossa vitória. “- Agora mostrem as tetas! Quero o meu prêmio!” E nós dois nos grudamos nas tetas das duas vadiazinhas. A que eu peguei pra mamar tinha as tetinhas bem pequeninhas, como gosto. Tetinhas juvenis na boca e bundinha dura nas minhas mãos. Encerramos a jogatina por alí e fomos para o bar. Ainda tinha muito álcool a ser derramado.

Depois de várias cervejas, chega a putinha que costumava ficar comigo. Cabelos negros, muito lisos e compridos, rostinho de anjo e tetonas absurdas (as tetonas parecem me perseguir só porque eu gosto de tetinhas). Tinha um corpo cheinho, bom para agarrar e morder. O seu sorriso era virginal e, para quem não a conhecia, pensaria certamente que era uma putinha amadora de família. Para mim que a conhecia bem, sabia que era uma safadinha de primeira, da melhor qualidade.

Já bêbo, gritei: “Ô tia! Tô querendo dançar Julio Iglesias com a minha putinha! Bota alí na jukebox!” Quando ficava bêbo lá nesse puteiro, só queria dançar ao som do Julio Iglesias, até hoje não sei por quê. Deve ser coisa de bêbo. Agarrei a minha puta super tetuda e fiquei dançando coladinho, com as mãos agarradas na bunda gostosa dela. O sorriso dela faria qualquer incauto se apaixonar, uma maravilha. Nos beijávamos enquanto dançávamos e eu acariciava seus cabelos de seda, mas sem deixar a outra mão fora da sua bunda. Que bunda! E ainda por cima a vadiazinha era coxuda. O meu cacete já estava empedrado e eu roçava ele na sua coxa grossa e roliça, me molhando todo. Bêbo, me agarrando e esfregando numa puta, que eu queria mais? Essa vida é boa!! Mas a festa ainda estava longe de terminar.

Voltamos para o bar e encontramos o meu amigo de papo com uma putinha bem bonitinha. “- Daí, cara, já rolou tetinha?” “- Que é isso, não é assim não!” “- Ah, deixa disso! Meu amor, mostra as tetinhas pra nós vermos se são bonitinhas mesmo.” Ela levantou a blusa, mostrando as tetas de tamanho médio, durinhas e bem feitas. “- É, parecem mesmo durinhas, mas preciso fazer os teste…” E peguei nas tetas da vadiazinha, que ficou logo com os biquinhos durinhos. “- Boas tetas! Pode pegar cara, não paga nada.” Ele segurou nas tetas delas, com o olhar vidrado, e eu pensei que ele não iria mais sair daquela posição. Parece que gostou.

Avistei do outro lado do salão uma puta que me agradou e chamei ela. Aproximou-se de mim e apalpei sua bunda, tetas e coxa. Em seguida beijei a safadinha. A putinha com quem eu estava ficava tirando uma de ciumenta quando isso acontecia e eu me divertia com a história. Beijava a outra putinha, segurando nas suas tetas e depois olhava para a minha putinha, que fazia cara de emputecida. Dispensei a outra e voltei para a minha, que me agarrou, beijou e disse: “- Pensei que ia me trocar pela outra…” “- Tu sabe que eu não te troco meu amor. Adoro gozar no meio dessas tetonas.”

A madrugada já estava chegando e a quantidade de garrafas esvaziadas por nós era impressionante. Meu amigo estava bem, mas eu já estava pra lá de bêbo. Afinal de contas, qual a graça que tem em beber e não se embriagar? Eu mesmo respondo: nenhuma! Foi quando eu falei pro colega: “- Cara, vamos arrastar essas vadias pra fora daqui. Vamos continuar a festa num motel.” “- Vamos!” Acertamos com a tia o valor das putinhas, pagamos a conta e fomos.

Saímos para uma porra de um motel que tinha uma porra de uma suíte impressionante. Coisa de doido, grande pra se fuder. Tinha duas camas e uma piscina que não era uma piscina. A porra parecia uma lagoa, toda de pedra, com uma gruta que dentro tinha uma pequena cachoeira. Na sala de jantar, uma mesa grande, com várias cadeiras. Enfim, não deu nem pra conhecer a suíte toda, de tão grande. Enorme! Mas não era apenas enorme, era enorme para caralho! Dava para colocar umas 50 putas alí dentro e ainda sobrava espaço.

Tirei logo a roupa e entrei na lagoa com a minha putinha. Nos agarramos e nos beijamos, ela metendo a mão no meu pau de bêbo, mole. Eu segurava nas tetonas dela como se elas pudessem me salvar e amassava sua bunda. A piça mole continuava na mão da putinha, que por mais que se esforçasse, não conseguia fazer a porra endurecer. Pau de bêbo é assim mesmo. Coloquei ela na borda da lagoa, abri suas coxonas e a buceta se mostrou para mim. Enfiei a cara. Um grelo médio, bem justinho para a minha boca, que passei a lamber e beijar. Vez por outra passava nele o meu nariz, fazendo movimentos circulares, arrancando gemidos dela. Enfiava o nariz no buraco e, quando estava faltando o ar, eu tirava e envolvia o grelo com os lábios, chupando e passando a língua. A putinha não parava quieta, gemendo e se contorcendo. “- Vamos lá para a gruta, quero que tu me chupe lá.” disse ela e entrou na lagoa, me puxando para a tal de gruta. O meu amigo já estava lá com a putinha dele, nos amassos.

Ficamos embaixo da cachoeira um tempo. “- Isso vai te fazer melhorar da bebedeira.” Ia porra nenhuma! Com a quantidade de álcool que passeava pelo meu sangue, nem as cataratas do Niágara fariam a embriaguez ir embora. Saímos de baixo da cachoeira e coloquei-a na borda para terminar meu trabalho. Grudei a boca no grelo da vadia, chupando e lambendo. Quando ela estava já doidinha de tesão, eu passei a dar linguada com chupada no grelo, cada vez mais rápido até ela se acabar. “- Porra! Gozei na tua cara sacana!” Aquela não era das escandalosas, mas tudo bem. “- Ô véi!, me empresta a tua puta um pouco pra eu chupar ela porque a minha já se acabou toda!” O meu amigo veio com a puta dele e eu a coloquei na borda da lagoa e mais uma vez me grudei num grelo enquanto ele começava os arretos com a minha. O grelinho dela era muito pequeno, mas eu gosto de todos os grelos, de todos os tamanhos. Não faço distinção. O negócio é ter uma buça na boca. Enquanto chupava a buceta da vagaba, apalpava as tetonas da outra, que já estava com o cacete do meu amigo na mão. “- O pau dele tá duro, tá vendo como é ruim tu beber assim?” “- Tá bom minha puta, então aproveita a porra dura dele porque comigo hoje tu só vai ganhar língua.” E voltei pra buceta que me esperava escancarada. “- Ai, chupa filho da puta, chupa que eu me acabo nessa boca!” Essa era escandalosa… “- Aaaaahhhh! Chupa gostoso! Que tesão! Vai, mais forte!!” A puta tava alucinada. Eu acho que o meu amigo ficou incomodado com a gritaria, porque saiu da água e se aproximou dela, enfiando a piça boca adentro da vagaba. Só assim ela não gritava. Mas gemia de boca cheia. “- Gluggluummmgru graguugruumm!” E já foi! Senti a buceta da putinha se encharcando mais, com o gozo. Ela largou o caralho por um momento: “- Caralho! Que tesão gozar com um cacete na boca!” Meu amigo, que já devia estar completamente alucinado com aquilo tudo, fudeu a buçanha da puta alí mesmo, na borda da lagoa.

Eu comecei a passar mal. A minha putinha me puxou: “- Vamos para a cama que tu vai melhorar.” Deixamos os outros dois fudendo na gruta e fomos pra cama. Ela sentou recostada na cabeceira e colocou minha cabeça em cima das tetonas, afagando meu cabelo. Não tava melhorando, a coisa tava ficando pior. “- Porra meu amor, tô mal pra caralho!” “- Não te preocupa que vai passar, fica assim com a cabeça no meu peito. Quer comer alguma coisa?” “- Porra, se eu comer alguma coisa é que vai fuder tudo mesmo.” O mal-estar não melhorava, pelo contrário, só piorava. Ela até que estava com boa vontade comigo, me fazendo carinho, mas não estava adiantando. Eu já nem sabia onde estava, só sentia aquela bosta no estômago querendo explodir. De repente, fudeu… RUUÁÁÁÁÁÁÁÁ! Vomitei as tetonas da puta toda. Mas não foi pouca coisa não, foi daquelas vomitadas que parece sair o que comi durante uns seis meses. Caralho! Eu olhava pra puta vomitada e, quando quis dizer algo para me desculpar… RUUUÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! De novo. Aí acabou de fuder tudo. A puta não acreditava, ficou imóvel, olhando pras tetas, sem saber o que fazer. “- Agora sim meu amor, agora eu vou melhorar…” “- Porra, olha pra isso, tu me sujou toda!” “- Isso não é sujeira minha querida, isso é comida misturada com bebida. É só tu tomar um banho que fica tudo bem limpinho, igual a antes.” Ela foi pro banho e eu me sentia bem melhor, sem enjôo. E aí veio aquele momento… Aquele momento onde a única coisa que se quer é a cama da gente pra poder deitar e dormir… Acabou a festa.

Puteiro carioca

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Em dezembro de 2005 resolvi passar um mês no Rio para reencontrar familiares que moram atualmente lá e estar com eles no Natal e Ano Novo. Fiquei impressionado com as putas amadoras e profissionais de lá, pois ao contrário das daqui, elas não têm mania de terem corpos magricelos como modelos de passarela, pelo contrário, são realmente gostosas. Outra surpresa boa foi a bunda delas. Putz!, cada bunda fenomenal! Como são rabudas as cariocas! Gostosas e rabudas! Claro que eu tinha de conhecer um puteiro carioca, sobretudo depois de ter visto tanta puta gostosa pelas ruas, passeando com suas bundas absurdas.

Um dia estava num bar com o meu sobrinho, depois de já termos tomado todas na casa dele. Nunca vi um bar como aquele, aqui. Sentamos numa mesa que tinha uma torneira de chopp. Uma torneira de chopp só para nós em nossa mesa! Tavam de sacanagem comigo… Depois dizem que não existe paraíso na Terra… Eu parecia uma criança que tinha ganhado um presente novo no Natal. Eu e minha torneira de chopp. Um caso de amor à primeira vista, ou melhor, ao primeiro gole. Depois de trocentos chopps, resolvi que não precisava mais de um copo intermediando a minha relação com a torneira e meti a boca diretamente abaixo dela, quase engasgando com o precioso líquido. Na segunda bocada veio um garçom me dizer que não podia fazer aquilo. “- Como não? É a minha torneira de chopp! Posso fazer o que quiser com ela!” “- Infelizmente são regras da casa”, disse o puto, estragando a minha apaixonada bebedeira. Tínhamos entrado já pela noite quando meu sobrinho me disse: “- Tio, vamos a um puteiro!” “- Puteiro? Não sou homem de andar em puteiro, tá pensando o quê? Onde é?” “- Não é longe daqui, de táxi dá uns 10 ou 15 minutos.” “- Cara, tem dessas putas rabudas daqui?” “- Pô tio, só vou te levar em lugar decente. Só tem puta gostosa!” “- E tem mesa com uma torneira de chopp só para mim?” “- Pô, aí também tu já tá querendo demais!” E nos fomos a procurar um táxi…

O puteiro era realmente decente. Passamos pela recepção bem cuidada e entramos no vestiário, onde deixamos nossas roupas no armário e vestimos o roupão da casa. No mesmo andar ficava a sauna e chuveiros. Subimos e encontrei um salão bem decorado, apesar de pequeno, com um bar muito simpático e, ao centro, a pista de dança. As putas eram realmente uma história. Nunca tinha visto putas com corpos tão bem feitos. Sentamo-nos, pedimos uma cerveja e puxei papo com duas putinhas que estavam próximas. Enquanto conversava não tirava os olhos das outras que estavam pelo salão. Caralho! Eu não acreditava naquelas putas! A maioria usava biquíni minúsculo, deixando ver seus corpos, todos com bundões muito perfeitos. Eu não sabia o que fazer, para onde olhar, com quem fuder. Precisava da ajuda do Nosso Senhor dos Passos para exterminar a dúvida e me ajudar com o que vinha pela frente. Na verdade, o que eu queria era que uma das putinhas que estavam comigo me batesse um punhetão enquanto eu olhava as outras no salão. Só assim eu comeria todas! “- Quer mais uma cerveja?” Uma das minhas putinhas estava perguntando e eu voltei à realidade para responder “- Sim, muito obrigado meu amor.” Dei um pouco mais de atenção a elas e contei a diferença das putas daqui para as de lá. Estava boquiaberto com aquela passarela de corpões e bundas gostosas. As duas tinham tetinhas pequenas, mas uma era mais branquinha. Quando a morena foi buscar a cerveja eu finalmente a vi em pé e pude admirar a sua bunda fantástica e corpo escultural. Quando ela voltou eu pedi para a outra se levantar para eu poder ver seu corpo que ainda não tinha visto. A branquinha perdeu. A morena era muito mais gostosa, tinha uma bunda bem mais bunda e eu já fui passando a mão. “- Minha querida, tua bunda é fantástica, lá em Porto não tem disso.” E enchi a mão de bunda. “- Agora mostra as tetinhas para eu ver se é tudo mesmo que eu estou pensando…” “- Só no quarto…” ela falou passando a mão nas tetas por cima do biquíni e me olhando com cara de quem queria me estuprar. A putinha sabia provocar. Não tinha problema, eu ainda ia mamar muito naquelas tetas.

Acertamos o programa e fomos para o quarto. Espaçoso, bem decorado, banheiro bom e com uma cadeira erótica alta, diferente das que eu conhecia. Sentei na cadeira da putaria e puxei ela pela cintura, abraçando-a e beijando o seu pescoço e a sua orelha, enquanto as mão desciam avidamente para a sua bunda durinha. Acariciei bastante aquela bunda, sem pressa, sentindo o perfume no seu pescoço. “- Agora eu quero ver essas tetinhas, tira o soutien, tira minha rabuda.” Ela desatou o biquíni atrás e tirou fora o soutien. Porra! Caralho!! Que tetas eram aquelas!? Absurdas!! Bem pequeninhas para caralho! Lindas! Avancei com as mãos, acariciando-as suavemente, pegando nos biquinhos com as pontas dos dedos e em seguida metendo a boca para chupar aquelas tetinhas divinas. Chupava e passava a língua nos biquinhos enquanto agarrava a bunda dura e apertava, encostando meu cacete duro no corpo dela. A porra doía de tão duro e eu pedi: “- Agarra meu caralho, agarra minha gostosa…” E tirei a vara de dentro da cueca, segurando e oferecendo a cabeça já molhada. “- Pega bem na cabeça inchada minha putinha…” Ela envolveu a porra pulsante com a mão e segurou com firmeza. “- Pega de leve e punheteia de leve, somente na cabeça molhada.” Ela obedeceu, punheteando sem apertar enquanto com uma mão eu segurava o pau e com a outra as tetas dela. “- Agora segura pela raiz e aperta o meu caralho com toda força!” Ela meteu a mão lá embaixo e apertou com vontade, fazendo a cabeça inchar mais ainda. “- Aperta porra! Aperta esse caralho!” Ela apertou mais ainda e eu coloquei o cacete entre as suas pernas, molhando as suas coxas e segurando na sua bunda. O tesão estava estratosférico e parecia que eu gozaria com ela apertando, sem mexer com a mão.

“- Deixa eu tirar tua calcinha e te ver nuazinha”, disse já começando a puxar a calcinha para baixo. Ela ficou nua e eu pedi que virasse de costas para mim. Bundão!!! Bundão, porra!!! “- Ah, minha puta, enconsta nessa cadeira e empina a bunda pra cima para eu poder ver essa maravilha.” Porra, a visão daquilo era algo que não tenho palavras para descrever. Se o programa fosse só para ficar olhando aquela bunda, para mim já estaria ótimo! Mas eu queria mais, eu queria aquele bundão nas minhas mãos e fui em busca dele. Acariciei leve e demoradamente, admirando-o. Uma perfeição! Com ela inclinada na cadeira empinando a bunda, cheguei próximo e, segurando o caralho, rocei ele na bunda-maravilha de baixo para cima, de cima para baixo. A cabeçorra encharcada e latejante molhava o meio do seu rego deixando tudo escorregadio. “- Eu vou comer esse cu, vadia! Mas não estou com pressa e vou antes chupar teu bucetão…”

Levei a puta pra cama e deitei-a de costas, abrindo as suas pernas e me deliciando com a surpresa: greluda! “- Abre mais as pernas putinha…” Ela escancarou tudo e eu enterrei a cara na buceta. Grelo bom de chupar, grandinho, durinho. A vadia, ao sentir eu envolver o grelo com os lábios soltou um gemido: “- Ai, aí… bem aí…” Eu caprichei na chupada, hora colocando o grelo todo na boca, hora lambendo rápido e suavemente. A puta gemia feito uma louca mas não gozava. Três milhões de anos depois eu continuava chupando e nada de gozo. Fiquei intrigado: ou a puta tinha dificuldade de gozar ou era daquelas que se controlam para não gozar num programa. Isso pra mim é um desafio. Donde que eu vou chupar uma buceta pra puta não gozar? Não tem jeito… E eu continuei castigando, aumentando a velocidade, chupando e lambendo alternadamente de forma suave até que venci. A vagabunda gozou sem muito estardalhaço. Não era das que gritam. Uma puta daquelas merecia ser escandalosa.

Estando satisfeita, ela veio cuidar de mim. Deitei de costas e ela enfiou a boca no meu caralho irado, enquanto segurava as bolas, chupando deliciosamente. Engolia tudo até a raiz, tirava da boca e ficava olhando pro cacete para em seguida meter na boca de novo. Eu estava todo molhado, com saliva escorrendo pelo saco, quando a puta começou uma punheta gostosíssima. Puxei a bunda dela pra próximo de mim e segurei o bundão enquanto ela punheteava. “- Vai na punheta com boquete meu amor…” E ela não esperou eu pedir de novo, metendo a boca e punheteando ao mesmo tempo. Porra, assim eu ia gozar sem nem me aproveitar daquela bundona-maravilha. “- Pára putinha, pára porque eu quero gozar mas é dentro desse teu cu de ouro!” “- Quer cuzinho, quer?” “- Quero muito, quero lascar teu cu, encher ele de porra!” Ela ficou de quatro, empinou a bunda e com uma mão abriu a banda mostrando o buraco: “- Quer esse cuzinho mesmo? Quer meter nele? Quer gozar nele?” Ela falava e rebolava. Eu disse que a vadiazinha sabia provocar… Segurei a bundona com as mãos, afastando as bandas e, deixando o cu todo exposto, pedi: “- Abre esse cu pra mim, abre…” Ela fez força e me mostrou um buracão sem fundo, negro. Meti a língua, enfiando e tirando, enfiando e tirando e depois apertei as bandas com a língua lá dentro, sentindo aos poucos sufocar. Queria morrer naquele cu, com o pau entumescido. Saí lá de dentro sem fôlego: “- Aahhh!, vadia, vou socar o cacete todo nesse buraco arrombado! Vou fuder esse cuzão!” Disse e, incontinente, vesti o uniforme sexual, lascando a porra do caralho duro pra dentro do cu arregaçado da putona. O buraco estava quente, encharcado pela minha saliva e eu socava nele cada vez mais rápido e com mais força, os músculos das minhas coxas já começando a estremecer quando a porra explodiu: “- Bunda gostooosaaa! Putaaaaa tô te esporraaandoooo!!” O gozo foi violento pra caralho, me deixando sem forças. Desabei na cama e ela veio deitar ao meu lado. Abracei-a e fiquei acariciando-lhe os cabelos castanhos enquanto me refazia. Nada como abraçar uma putinha que acabei de comer e com quem gozei muito. Gosto de sentir a pele macia de encontro à minha, sentir o cheiro do seu suor, o seu coração batendo mais forte e se acalmando aos poucos. Pura paz.

Tomei um banho e desci, encontrando meu sobrinho que tinha acabado de sair de um programa também, com uma puta muito linda. Voltamos para casa e, no dia seguinte aquela bunda e tetinhas não me saíam da cabeça. Bati cinco punhetas durante o dia lembrando da putinha. São muito boas as putas cariocas, tanto que no final do ano meu destino já está certo: puteiros cariocas!

Bunda roubada

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Por um certo tempo frequentei um determinado puteiro simples da zona norte, regularmente. Ele tinha um salão bem simples, com mesas e cadeiras onde ficavam as putas e onde se podia dançar, o forte da casa. O bar ficava ao lado do salão e uma porta lateral levava a uma sala com alguns sofás e mesas, num ambiente totalmente às escuras, onde a putaria rolava solta. Os quartos ficavam no andar de baixo, acessados por uma porta nos fundos da casa. Apesar de bem simples, eu gostava e me sentia bem lá.

Nesse puteiro as putas não eram de primeira, afinal a casa não era de boa qualidade, mas eventualmente se encontrava alguma coisinha interessante. Uma coisa boa era que a rotatividade de putas era grande, então toda vez que eu aparecia lá (em média duas vezes por semana) tinha gente nova. Como disse antes, o forte da casa era o salão de dança, que ficava lotado de putinhas e clientes e eu, que nunca gostei nem soube dançar, lá me soltava, graças ao álcool, e dançava o tempo todo. Podia tocar o que fosse eu estava dançando. Podia vir qualquer tipo de música, qualquer ritmo, que não tinha problema para mim. E eu até pedia, totalmente embriagado, lá do salão: “- Bota uma gauchesca aí, tchê!” E dê-lhe dançar. Era um dançarino alucinado.

Numa dessas noites de casa lotada, estava sentado à mesa bebendo com uma putinha quando vejo, de repente, no meio da multidão que dançava no salão, uma bunda fenomenal. Não vi a cara da dona da bunda, mas não precisava, aquela super-bunda era suficiente e eu resolvi que tinha de ficar com ela. “- Minha querida, vai lá buscar aquela bunda pra mim”, pedi à putinha que estava sentada comigo. “- Mas a guria tá dançando, como é que eu vou tirar ela de lá?!” “- Dá um jeito, eu quero aquela bunda!” “- Não, vamos esperar ela parar de dançar e eu falo com ela pra ti. Fica calmo…” Tive de esperar a bunda se cansar e ela então sentou-se. Estava numa mesa com um cliente e eu pude então ver a cara da vadiazinha. Muito bonitinha, muito gostosinha, mas já estava acompanhada. E eu com isso? “- Vai lá agora que ela já parou de dançar.” “- Mas a guria está acompanhada, como é que eu vou tirar ela de um cliente?!” “- Ah meu amor, eu sei que tu vai conseguir resolver isso para mim.” A putinha não queria ir buscar a outra de jeito nenhum. Eu insistia e nada. Resolvi ir dançar com ela para poder ver a dona da big-bunda mais de perto e tive certeza de que queria ficar mesmo com ela. Não adiantava, tinha de me lambuzar naquela bunda.

Finalmente, depois de algum tempo consegui convencê-la a ir falar com a puta-bunda. Ela foi lá e chamou-a como se quisesse ela mesma conversar com a vadiazinha bunduda e trouxe-a para a mesa, porém ela nem sentou. Chegou perto de mim, vestindo um macacão preto de malha fina, colado ao corpo e com as laterais, de cima a baixo, com uma fileira de buracões, deixando ver a sua pele. Porra, a puta era muito gostosa. Meio baixinha, com tetas pequenas, cheinha, coxuda e bunduda. Como se não bastasse, um cabelão escuro, crespo, que ia até a cintura. Putz! Enlouqueci. Já queria me agarrar na vagabunda, mas ela disse que estava com um cliente e não poderia ficar comigo. “- Mas minha linda, eu tenho certeza que tu vai te divertir muito mais comigo.” “- Por que tu não espera eu acabar e depois do programa com ele eu fico contigo?” “- Por que não o contrário?” disse eu. Simples, porque o sujeito tinha encontrado ela primeiro. Mas eu que são não gosto de perder nenhuma briga, imagina então alucinadamente embriagado. Era eu, um bêbado insistente. Ela voltou para a mesa em que estava e eu perdi a primeira batalha, mas não haveria de desistir…

Fiquei na mesa bebendo, abraçado à minha putinha de momento, mas olhando para a puta bunduda, que também olhava para mim, sorrindo. Eu sorria e fazia um sinal com a mão chamando-a para a minha mesa. Ela só sorria. Ficou aquela putaria de olhares e sorrisos até que ela levantou e foi em direção ao banheiro. Pronto, minha chance! Imediatamente levantei e fui atrás, esperando-a na porta do banheiro. Quando ela saiu, segurei-a pela cintura tocando a sua pele exposta pelo buracão lateral e disse: “- Não acredito que tu não vai ficar comigo…” “- É claro que vou e quero, mas não posso dizer ao cliente que vou deixar ele para ficar contigo.” “- Vamos fazer o seguinte: vem cá um instante comigo” falei e puxei-a pelo braço entrando na sala dos sofás e sentando num deles com ela. “- Eu já disse que eu não posso ficar contigo agora.” “- Tudo bem, já entendi e vou até aceitar se tu me explicar direitinho por que não pode dispensar o outro cara e no final me der um beijo. Prometo que aí espero bem quietinho.” Prometo é uma palavra mágica. Mulher adora promessas.

Ela já ia começando a explicar o óbvio quando eu comecei a beijar o seu pescoço suavemente e a acariciar suas tetinhas. “- Pára com isso guri, não tá ouvindo o que estou falando?” “- Estou, pode continuar sem se preocupar comigo que eu só estou fazendo uns carinhos para que a tua explicação tenha uma música de fundo.” “- Mas que música?!” “- Um músico aplica seus dedos nos instrumentos ou sua boca também para tocar. Como não tenho nenhum instrumento à mão, estou usando teu corpo. Mas continua falando…” E continuei a acariciar com os lábios o seu pescoço, a ponta da sua orelha e, uma parte que gosto muito: aquele ponto onde a orelha se une ao pescoço. Com as mãos acariciava suas tetinhas e depois desci até a buceta. Buceta? Aquilo tava mais para morro dos ventos uivantes. Baita testão! E uivava a vadia… Baixei o seu macacão para expor as tetas e ela tentou me impedir, mas graças à minha insistência logo eu estava mamando num par de tetas lindas, sem tirar a mão da buceta testuda. Massageava o grelo e depois segurava o morrão com a mão toda, apertando levemente. Ajoelhei-me em frente a ela e puxei o macacão para tirá-lo, mas ela protestou: “- Tu vai me deixar nua! Pára com isso!” “- Não vou te deixar nua, vou te deixar de calcinha.” “- Eu não uso calcinha!” Melhor que isso só quando a buceta dela estivesse toda na minha boca… “- Meu amor, como é que eu posso chupar tua buceta se tu estiver usando macacão?” Caí de boca nas tetas de novo e meti a mão por dentro do macacão, sentindo sua buceta molhadinha. Ela deu uma gemida e segurou a minha mão, como se não quisesse que eu parasse. Daí até deixá-la nuazinha no sofá foi bem fácil…

Abri as pernas da coxuda e olhei para a buceta da putinha. Com uma certa dificuldade, devido à penumbra que era quase escuridão, percebi que ela tinha pelinhos apenas na parte de cima, bem aparados. Buceta pelada é uma maravilha! “- Maluco, os outros vão ver!” Que ver caralho nenhum! Além de estar tudo escuro, os outros clientes e putas que estavam alí com certeza não estavam preocupados em ver ninguém e sim com as próprias putarias. Ajoelhado como estava, meti a boca e ela gemeu, tendo a sua voz encoberta pela música um pouco alta. Tratei aquela testona com carinho e zêlo, lambendo o grelo, acariciando os lábios com os meus e com a língua para, finalmente, com as mãos expor bem o grelo e envolvê-lo com os lábios, sugando-o. O gozo dela veio rápido. Era uma puta ligeira. Depois do gozo ficou mais preocupada ainda por estarmos na sala dos sofás e vestiu-se rapidamente. “- Vou ver o outro cliente, tu vai me esperar?” “- Claro que vou meu amor, vou ficar aqui bebendo, depois volta.”

Outro cliente? Onde? O sujeito se cansou de esperar a mijada dela, reclamou com o garçom e depois foi embora. Ela voltou furiosa. “- Se eu receber reclamação por causa de ti ou então perder o emprego tu vai ver só…” “- Te acalma, primeiro isso não é emprego. Se tu sair daqui tem um monte de outros lugares para trabalhar. Vamos aproveitar que tu está disponível e vamos descer para um programa.” Ela se acalmou, pediu um drink e depois descemos.

Entramos no quarto que era absurdamente simples, mas tinha luz e eu poderia ver aquele corpão no claro. Ficamos nos beijando e acariciando ainda de roupa e ela meteu a mão no meu pau duro por cima da calça enquanto eu apalpava a sua bunda. Eu não sou exatamente tarado por comer cu, mas aquele eu tinha de comer. Merecia. Depois de nus, coloquei-a de quatro na cama, abri as super-bandas com as mãos e fiquei apreciando aquele cuzinho piscante, que parecia desejar um cacete todo enfiado nele. Me curvei e passei a língua bem molhada no buraquinho, lambendo-o e depois beijando-o. Quando enfiei a ponta da língua dura ela levantou mais o bundão, me dando total acesso a ele. Com uma das mãos acariciava o grelinho e seguia na chupada de cu. Chupar cu é uma das melhores coisas do mundo! A putinha gemia, rebolava e dizia que não iria deixar eu comer o cuzinho. Não dava para acreditar porque do jeito que ela estava gemendo era o mesmo que dizer “- Por favor, arromba meu cu com teu caralho!” E eu continuei com a chupação de cu até estar tão excitado, com o cacete tão pulsante que precisava gozar. Vesti a camisa 10 e não deu outra: sentei-lhe a piça rabo adentro. Goooool! Uma delícia! Meu pau todo molhado e seu cu também deixava o vai-e-vem cada vez mais gostoso e eu mais descontrolado, a ponto de gozar. E nem tentei segurar. O gozo veio forte tirando um grito da minha garganta. “- Aahhhhhh! Cuuuuuuu! Bundaaaaaa!! Gostosaaaaa!!!” Tudo bem, quatro gritos…

Depois da foda que foi meio rápida, fomos pro vestiário (porra, tô em clima de copa do mundo mesmo!). Em seguida subimos e ficamos no salão, bebendo, conversando e rindo do sujeito que foi embora emputecido. Você deve estar achando que fui sacana ao roubar a vadiazinha do outro cara, mas tá pensando que nunca roubaram uma puta de mim? Puteiro é assim, quem sacar mais rápido fica em pé… com trocadilho. E depois, lembre daquele velho e sábio ditado: puta roubada não é puta achada… é muito mais gostoso!