Beijos de putonas

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Muita gente gosta de fazer troca de casais. Eu não tenho nada contra troca de casais, acho até muito interessante e muito excitante, mas como não sou casado no momento, não posso fazer troca de casais por motivos óbvios. Porém, putanheiro que sou, adoro uma troca de putas. Fuder uma, fuder outra, ver as duas fudendo e ajudá-las.

A minha primeira puta passou a trabalhar num outro puteiro porque o anterior fechou. A prima dela, que trabalhava na recepção do antigo puteiro, passou a fazer programas juntamente com ela. Nas minhas idas a esse puteiro onde elas passaram a trabalhar, sempre ficava bebendo e conversando com elas, principalmente com a prima, de quem gostava muito e que sempre cuidava de mim nas minhas bebedeiras.

Estava lá mais uma vez, sentado à mesa com elas, conversando e fazendo uma putariazinha no salão, quando disse para elas: “- Vocês se beijam de verdade?” “- Claro que sim!” “- Então quero ver. Beija aí…” Elas se beijaram, mas não considerei aquilo um beijo de verdade, não só porque tinha sido curto, mas porque não tinha sido exatamente com vontade, com tesão. “- Não gostei. Vamos fazer o seguinte: levo vocês duas para um programa, mas vai ter de rolar beijo de verdade, com muito tesão.” “- Tá combinado!” Chamei o garçom e assinei o programa com as duas. Era a primeira vez que eu fazia um programa com duas putas naquele puteiro e me surpreendi com a regra deles: tinha de pagar por dois quartos, já que estava levando duas putas. Achei aquilo muito foda, sem sentido e, como sou chato, disse: “- Tudo bem, mas já que estou pagando por dois quartos, quero as chaves dos dois.” Eles tiveram de me entregar as chaves de dois quartos e usei os dois. Claro, que porra é essa?

Entramos no quarto e elas se livraram logo das roupas. Elas não eram putas nem putinhas, eram putonas. Tinham quase a minha altura, cabelos longos até a cintura, escuros, e corpos do tipo gostosos, não eram magrinhas. A prima tinha tetas médias e a outra pouco maiores que médias. Fiquei ali meio besta olhando para aqueles baita mulherões e nem sabia por onde ou por quem começar. Definitivamente não iria conseguir dar conta de tanta puta, pensei com meu caralho. Agarrei a prima pela cintura, por quem tinha muito tesão – afinal ela me atendia antes no outro puteiro apenas na recepção e nunca tinha feito programa com ela – e meti a boca nas tetas macias, chupando e lambendo os bicos, enquanto descia a mão para a sua super bunda e apalpava e apertava enlouquecido. Porra, acho que o sangue do meu corpo todo estava no cacete. A porra estava mais dura do que sempre.

A outra chegou junto, agarrou meu caralho duro e começou a punhetear de leve. “- Molha a mão com saliva minha putona, molha bastante.” A puta encheu a mão de saliva e envolveu a cabeça do meu pau, fazendo uma punhetinha bem suave concentrada na cabeça. Putz, que delícia! Eu continuava agarrado na bunda da prima putona e mamando nas suas tetas gostosas. Com uma das mão livres puxei a outra e a abracei, parando com a chupada de tetas. Estava de pé, abraçado àquelas duas putaças, com uma grudada na minha vara e a outra agora acariciando meu saco. “- Deixa um pouco o saco, minha puta, e segura com vontade na raiz do meu caralho. Aperta bastante para a cabeça ficar bem inchada e a punheta mais gostosa.” A putona apertou a raiz tanto que eu pensei que a porra da cabeça fosse explodir, de tanto que inchou. A punheta da outra estava um tesão e eu agora agarrava as bundas das duas, apertando, dando palmada e passando a mão nos regos, tocando nos cuzinhos, enquanto elas castigavam meu vergalhão. Aquilo estava saindo melhor que a encomenda.

“- Agora tá na hora do beijo!”, disse eu. Se não desse uma paradinha naquela putaria iria me esporrar todo antes da hora. Elas se abraçaram e trocaram um longo beijo. “- Ainda não tá bom, tem de ser com tesão!” “- Tu quer ver beijo de verdade? Tu vai ver.” A putona disse isso e agarrou a prima, tascando um beijo realmente cheio de tesão, é o que me pareceu. Elas se abraçavam e continuavam naquele beijo molhado, violento, que me deixou mais doido ainda. Eu acariciava as costas, bunda e coxa das duas enquanto elas se beijavam como se eu nem estivesse ali. Aquilo era um beijo! “- Satisfeito? Gostou?” “- Agora sim, posso dizer que vocês se beijaram.” “- Deita na cama que nós vamos fazer um boquete pra ti nunca esquecer.” Deitei e a prima agarrou meu pau pela raiz, apertando, empurrando a mão em direção ao meu corpo, deixando a cabeçorra já toda molhada bem entumescida e falando pra outra: “- Toma, te serve.” Ela meteu a boca engolindo a porra e chupando. Tirava e passava a língua em volta da cabeça, acariciando, para em seguida fazer ele sumir de novo dentro da boca de puta experiente. “- Aaaahhh!, chupa vagabunda! Chupa que tá bom demais!” A prima pegou no meu saco e ficou acariciando enquanto a outra trabalhava na minha piroca doida, aumentando a velicidade da chupada. “- Pára, porra! Pára e me dá tua buceta senão eu gozo!” Segurei sua cabeça impedindo-a de continuar com a chupada e levantei. “- Agora quero chupar buceta!” Coloquei as duas deitadas na cama, uma ao lado da outra: “- Vou me fartar de chupar bucetão!”

Aquelas duas putonas deitadas lado a lado, com as pernas abertas e as bucetas esperando a minha boca era o paraíso na Terra. Toquei nas bucetas com cada uma das minhas mãos e elas estavam molhadinhas. “- Já está no ponto pra receber minha boca… Tu vai ser a primeira, abre a buceta com a mão para o grelinho ficar todo pra fora.” Ela expôs o grelinho, de tamanho médio, e eu avancei, enterrando a cara naquela maravilha, envolvendo o grelo com meus lábios molhados e chupando-o suavemente. Ela gemia e arqueava o bucetão, enfiando mais a porra na minha boca. Eu passava a língua no grelo e descia até a porta do buraco da buceta, voltando depois e chupando o grelinho duro. “- Chupa essa buceta, desgraçado, que eu me acabo na tua boca!” A prima putona também gemia, porém baixinho, batendo uma siririca olhando pra nós. “- Eu também quero, tu vai deixar minha buceta sozinha?” Voltei-me para ela: “- Então me mostra teu grelo para eu ver se ele merece uma chupada gostosa.” Ela abriu a buceta deixando-me ver um grelinho, que apesar de pequeno, estava bem durinho, doido pela minha boca chupadora. “- Tu merece minha puta, tu merece e vai ganhar.” Caí de boca na prima buceta e a vadia começou a gemer alto. Era das escandalosas, do jeito que eu gosto. Eu chupava o grelo da puta e ela gritava: “- Chupa que eu sou vadia, eu gosto de muitos machos me fudendo! Chupa filho da puta!!” E agarrou minha cabeça com as duas mãos empurrando-a de encontro à buceta, me sufocando nela. Adoro me sufocar em buceta! A putona remexia os quadris, grudada na minha cabeça, fazendo um escândalo, até se acabar gritando: “- Aaaaahhh!!!, eu gozo, eu gozo, eu gozo na tua boca! Toma meu gozo poraaaa!” Porra, aquela gozada foi foda!

Tirei a cara daquela buceta encharcada, peguei uma camisinha coloquei no pau que pingava e falei pra outra “- Vou fuder tua buceta e me acabar nela! Dá essa porra pra mim putona!” Ela escancarou bem as pernas pronta pra receber meu caralho no seu buraco quente e molhado. Não perdi tempo e apontei para a entrada, enterrando tudo numa estocada forte. Do jeito que estava só levaria alguns segundos para me esporrar todo, não tinha mais controle sobre o meu tesão. Com alguns vai-e-vens frenéticos e violentos, senti o gozo chegando, vibrando meu corpo, contraindo meus músculos em espasmos repetidos, para em seguida relaxar. “- Toma minha porra putaaaa!” Gozo violento, cheio de tesão. Desabei em cima dela, feliz com a putaria.

A putona reclamou por não ter gozado, só eu e a prima. “- Eu não tenho vez? É só vocês?” “- Minha puta, só tem um jeito de tu gozar agora…” Fiz as duas encaixarem uma buceta na outra e ordenei: “- Mexam, esfreguem as bucetas até gozar!” Elas iniciaram uma esfregação, um espetáculo para mim, o primeiro do tipo. A putona que ainda não tinha gozado agarrava a prima puxando-a e gemendo, ao que a prima correspondia em gemidos também. Elas se esfregavam e aumentavam os gemidos e o ritmo, até que a putona se agarrou mais ainda à prima e se acabou na buceta dela. “- Aaaaahhh, que gozo, que gozo! Tô gozandooooo!”

Depois de toda aquela putaria absurda, elas me disseram que nunca tinham feito aquilo de gozar se esfregando, mas que tinha sido bom. Eu sinceramente não acreditei porque o beijo de verdade que elas trocaram foi com muito tesão, com muito tesão demais. Pra mim aquelas duas priminhas já tinham feito muita putaria juntas e já deviam ter gozado uma com a outra de diversas formas. Mas isso não importava, eu tinha acabado de ter uma das melhores experiências com duas putas juntas que já tive na vida. E isso considerando até hoje. Fizemos vários outros programas juntos, os três, mas aquele primeiro foi o que mais marcou, o que me faz ainda hoje lembrar batendo uma punheta.

Soneto a Nosso Senhor dos Passos

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Valei-me meu Nosso Senhor dos Passos!
Grande Santo protetor dos devassos!
Livrai-me de todos os meus percalços
e tornai os puteiros menos escassos.

Afastai todas as putas ranhetas
e aproximai de mim as boas bucetas.
Inspirai-me co’as minhas historietas
que ajuda tantos a bater punhetas.

Amigo, não deixa faltar buceta
pra alegrar a minha dura caceta.
É só isso que quero, me prometa.

E quando uma teta a chupar estiver
e a puta com o dedo eu entretiver
juro gozar enquanto tesão houver.

Foda-se o título!

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Há tempos construi minha armadura. Reluzente. Tanto, que apenas ela se vê, deixando o seu interior passar despercebido. Há tempos me escondi na putaria, cheia de sensações e vazia de sentimentos. Uma escolha natural para um mundo fútil, de valores distorcidos, onde não se é, mas se tem. Já não sonho mais com a minha vida de tigre, que nunca tive. Já não sonho mais com ela, que nunca virá. Já não sonho.

A vida não é esse parágrafo, a vida é putaria e, após um minuto de recaída, retomo-a ansioso. Ansioso pela segurança que só encontro nela, no seu absoluto nada. Vamos a ela!

Meu puteiro favorito. Bêbado. Minha puta favorita. Hidromassagem, chupada, punheta, etc, etc, etc. Sempre igual. Volto ao salão e sento numa das mesas onde várias putas conversam. Rio, riem. Uma delas eu não conheço ainda. “- Minha querida, vou chupar tua buceta!” “- Mas tu saiu de um programa agora…” “- E quem disse que eu preciso de programa para chupar uma buceta?” Segurei-a pela cintura, corpo perfeito, bundinha durinha, que apalpei enquanto afastava seu soutien de renda vermelho e expunha tetinhas magníficas. Muito boa puta. Bati de leve em cima da mesa e disse: “- Senta aqui e abre as pernas.” Era obediente a putinha. Puxei a calcinha para o lado e meti a boca na sua buceta, buscando o grelo com a língua. Lambi, suguei, etc, etc, etc. Sempre igual. Mais uma tulipa de chopp garganta abaixo, anestesiando a vida.

Sempre estive bêbado nos puteiros, justamente porque putaria é sempre igual. O que torna a putaria diferente é o sentimento. Daí, todas as vezes são diferentes, todos os toques são únicos, todos os gozos são estarrecedoramente religiosos. Sem o sentimento o que sobra são as sensações desprovidas de sentido. Sensações possíveis de serem descritas através de frias equações matemáticas e teorias físicas. O toque amoroso jamais poderia ser expresso pela matemática nem teorizado pela física. Elas capturam o sentido tátil, mas lhes escapa o sentido emocional. Este, para mim, é ilusão esquecida.

Comentários a posts antigos

putinha ruivinha buceta bunda tetas gostosasQuem estiver em dúvida se eu leio comentários feitos em posts antigos, pode ficar sem dúvida já: eu leio sim. Qualquer comentário que seja feito em qualquer post, novo ou antigo, eu leio, assim como mantenho a categoria “Respostas”, que é justamente para responder aos comentários quando necessário. Então, comente sem receio de que eu não venha a ler.

Para a nova comentarista – todos os que comentam aqui são imediatamente elevados ao status de comentarista de putaria -, digo: querida Boqueteira, fico extremamente contente que as minhas historinhas te excitem a ponto de querer bater uma siririca. Não te acanhe…

A todos que lêem agradeço muito a visita. Dentro em breve estarei postando todos os dias sem falta, mas por enquanto ainda estou bem atarefado com a parte do código do blog, que estou arrumando. Peço, por favor, paciência.

Putaria é a melhor terapia!

Joana e o poeteiro

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Joana tem uma interessante faceta,
gosta de arregaçar bem sua molhada buceta,
mas pede que eu não lhe meta a caceta
e sim, bata uma boa e gostosa punheta.

Joana também tem todo um jeito
de fuder feito louca no seu leito
enquanto rebola com todo o trejeito
de puta vadia sem o menor respeito.

Joana gosta mesmo de me ver chupar
sua buceta arrombada e três vezes gozar
gritando alucinada que não vai aguentar
e na minha boca quente quer muito mijar.

Joaninha, não se aflija,
quando eu estiver com a boca na sua botija,
porque o meu pau nunca desenrija
e fica mais duro, quando na minha cara você mija.

Mas o que eu gosto uma barbaridade
é chupar uma xana de verdade
e não é preciso que seja nenhuma beldade,
basta me entregar a buceta com vontade.

Aqui eu ficaria até o amanhecer
em versos de putaria a escrever,
mas está na hora da minha inspiração eu conter
e deitado na cama uma punheta bater.

Então vou-me embora, putada!
Estou com uma punheta atrasada!
Despeço-me de maneira educada,
mas preciso dar uma boa gozada.