Baton no cu

Tive uma namorada muito putinha. Namoramos duas vezes, espaçadas por alguns anos. Gosto de putas que topam qualquer coisa que eu invente e que também invente coisas para fazermos. Assim o sexo nunca fica monótono. Além disso, viver só de papai-e-mamãe é foda. Ela é desse tipo que topa qualquer coisa na putaria.

Uma das coisas que a minha putinha mais gostava era que eu comesse seu cuzinho. Ela realmente adorava dar o cu. Empinava a bundinha e, como era magrinha, ficava com o cuzinho todo exposto, pronto para receber vara, mas não só… E como era bonito aquele cu arrombado dela.

Uma vez, altamente bem intencionado, comprei alguns chocolates baton e guardei da gaveta do criado mudo. À noite quando ela chegou, ficamos no escritório conversando e tomando vinho. Ouvimos música e dançamos coladinhos. As carícias foram se tornando mais ousadas e resolvemos ir para o quarto. Tirei a sua roupa e ela ficou só de calcinha e soutien. Brancos, como sabia que gosto. Sentei na cama e puxei-a para mim, pegando e acariciando sua bundinha enquanto beijava sua barriga. Aquela putinha me excitava muito e adorava fuder com ela. Acariciei suas costas e tirei seu soutien. Suas tetas pequenas de bicos rosados ficaram à mostra e eu toquei-as com as mão suvemente. Meti a boca, mamando e mordendo os biquinhos. Ela suspirava. Minhas mãos continuavam naquela bundinha deliciosa, descendo pelas suas coxas e subindo de novo, tocando-a toda naquele mínimo fio-dental branco. Ela puxou minha camiseta e tirou-a, passando a mão no meu peito. Tocou no bico e eu enlouqueci. Continuei beijando mordendo e acariciando suas tetas e tirei sua calcinha. A buceta estava absurdamente molhada e eu tocava nela colocando o dedo entre os lábios. Tirei a calça e a cueca, fiquei em pé junto a ela e passei a cabeça do pau na sua bucetinha encharcada. Fiquei ali batendo uma siririca com a cabeça do pau e ela gemendo. Toquei seus cabelos loiros, lisos e encostei nela o meu corpo, enfiando o cacete entre suas coxas, molhadas por mim. Ela segurou na base do pau e apertou com força. Ajoelhou e começou a chupar, fazendo carinho no meu saco. Lambia de cima a baixo, lambia o saco, metia os ovos na boca e chupava, segurando minha bunda. Voltava para o pau duro e continuava com o boquete. Começou a chupar batendo punheta ao mesmo tempo e daí eu não aguentei. Não resisto a uma boa punheta, sobretudo se a puta estiver me chupando ao mesmo tempo.

Deitei ela na cama, de bruços, e fiquei admirando aquela bundinha. Acariciei suas costas com as mãos, descendo pela bunda e pelas coxas. Incinei-me sobre suas costas e beijei, descendo com os beijos até a bunda. Voltei acariciando com os lábios e passando a língua por toda suas costas. Os gemidos vinham junto com os arrepios, arrebitando levemente a bundinha. Fui de novo até a bunda e passei a língua no reguinho, tirando mais gemidos dela. Lambi mais profundamente, metendo a língua entre suas bandas e ela empinou mais a bunda. Segurei ela pelos quadris e puxei para cima, levantando toda a bunda. O cuzinho estava ali, pedindo carinho. Caí de língua nele. Lambia e enfiava a língua no cu, que como se resistisse, parecia apertá-la. Toquei na sua buceta e descobri o quão ela estava molhada. Me deu mais tesão sentir aquela molhação toda e eu enfiei a língua com mais força no cuzinho. Ela pediu: “- Come meu cuzinho, come… Tô louca pra sentir teu pau dentro dele…” E eu estava doido pra comer. “- Antes eu tenho uma surpresa pra ti minha putinha…” Abri a gaveta e pequei o baton. Tirei todo o papel e disse a ela: “- Hoje vou comer cu achocolatado.” Segurei sua bundinha empinada e encostei o baton no cu, fazendo carinho com ele. Dei mais uma linguada pra deixar mais molhado e enfiei devagar a ponta do baton. “- Porra, tarado! Tu inventa cada putaria que me deixa descontrolada!” Eu enfiei mais o baton e ela gemeu mais forte. Entrou metade da porra e eu soltei para ficar olhando aquele cu com um cilindro de chocolate enterrado nele. Ela empinava tudo que podia e eu louco de tesão, vendo aquele baton estocado alí. Tirei devagar, estava meio derretido. Lambi o cuzinho melecado de chocolate e falei: “- Olha pra mim, tu vai ver o quanto eu gosto do teu cu.” Coloquei o baton na boca e chupei, tentando sentir o gostinho dela. Mordi e mastiguei aquela chocotaria. Porra, que tesão! “- Não come todo que eu quero mais!”, ela me pediu. Abri a gaveta, peguei mais um e repeti a dose. Depois de enfiá-lo no cuzinho, chupei e comi o chocolate com gosto. Ela me chamava de sacana, de tarado e pedia o pau no cu.

Montei nas suas coxas e encostei o pau no seu rego. Ela rebolava a bundinha no meu cacete inchado e molhado. Abri sua bunda e encostei a cabeça, forçando um pouco para em seguida esfregá-lo no cuzinho ansioso. Ela pedia pra meter e eu, sem pena, enterrei com força. Ela gostava quando eu fazia assim e meu tesão se multiplicava. Tirei até a cabeça e enterrei de novo com mais força. Ela gemeu. Fodi aquele cu, cada vez mais rápido, com estocadas fortes, segurando nas costas dela. Não aguentava mais. “- Porraaaaa vagabundaaaaaa!” O meu gozo veio forte, inundando aquele cu arregaçado de porra. Caí pro lado sem forças. Ela se aninhou a mim, fazendo carinho no meu peito e dizendo que queria que eu comesse ela daquele jeito todos os dias.

Refeito, coloquei-a de costas e abri suas pernas. Aquela bucetinha depilada tinha um grelinho de tamanho médio, que estava se afogando numa piscina de lubrificante. Abri os lábios e meti a língua. Lambi, sentindo seu gosto. Passava a língua no seu grelo e ela gemia, falava coisas sem sentido, segurava minha cabeça como se eu fosse fugir. Abocanhei o grelo e chupei enquanto passava a língua na ponta. Ela foi se contraindo e gemendo mais alto. Eu aumentava o ritmo da chupada e ela se contraía mais, apertando o meu rosto contra a sua buceta. Sem conseguir respirar direito eu continuava chupando mais e mais, para por fim vir o gozo dela. Intenso, arrasador. Ela gozava muito forte quando eu a chupava, mais do que quando eu metia nela. A parte superior do corpo levantou, sentindo os últimos momentos do gozo avassalador. Caiu então pesadamente na cama, relaxada. Ficamos juntos abraçados por um tempo, sentindo aquela felicidade que vem após uma ótima putaria.

Com certeza aquele foi o melhor cu que já comi. Na verdade, a única coisa da qual sinto saudade nela é do seu cu. Passamos cinco meses juntos e fizemos ótimas putarias, mas nem por aquele cu eu gostaria de repetir ou dar continuidade ao tempo em que estive com ela. Antes de terminarmos ainda tivemos várias outras sessões de baton…

Casa nova

Não postei nada nesses últimos dias porque estou me arrumando pra trocar de “casa”. O Terra não oferece muita flexibilidade e eu resolvi colocar o blog em outro lugar que ofereça mais recursos. Assim que estiver tudo pronto postarei aqui o endereço novo.

Vou ver se conto ainda hoje uma historinha sobre baton, inspirado num relato da Paulinha (Paula Mello). Muito boa essa história que me aconteceu com uma ex-namorada.

Ela é tímida, ela é gostosa e tá molhada…

Querida putinha tímida, fiquei muito contente por te deixar molhadinha com minhas histórias. Imagina então como te deixaria se te encontrasse pela frente… Tua bucetinha iria ficar pingando e eu faria questão de pegar tua cachoeira com a língua e levá-la de volta à buceta, lambendo-a com todo o carinho que mereces. Sim, claro que uma história nossa seria muito louca, porque sexo para mim tem de ser muito louco. Peço que notes que não sou um grosso, sou até muito sensível e costumo tratar as putinhas muito bem, com algumas excessões, pois após muitas pauladas na cabeça a gente acaba aprendendo. Dedico a ti essa minha história de hoje que aconteceu com a putinha do post anterior, só que dentro do cinema. Foi muito gostoso e tremendamente excitante. Espero que gostes e que fiques ainda mais molhadinha.

Estávamos nós em Floripa almoçando quando ela me confessou que tinha a maior vontade de fazer uma putaria no cinema. Aquela coisa do perigo que ela adorava e a excitava tremendamente. Como gosto da putaria braba, falei pra ela: “- Por que não vamos ao cinema hoje à tarde?” Imagina se ela recusou… Antes de terminarmos o almoço ela me disse que estava com a buceta molhada ante a expectativa da putaria no cinema e me convidou a constatar o fato. Como estávamos sentados à mesa um em frente ao outro, achei melhor recusar o convite, relutante, mas contituar livre de acusações de atentado ao pudor.

Saímos do restaurante e compramos um jornal para podermos escolher um filme. Ela queria um de ação, com muito barulho de tiros e explosões para que não nos ouvissem. Escolhemos um com o Jean-Claude Van Damme porque era perfeito: tinha muita ação e nós não precisaríamos assistir a ele. Era no cinema de um shopping. Fomos para lá, compramos os ingressos e demos um passeio pelo shopping enquanto esperávamos pelo horário do filme. O tempo demorava a passar e nós estávamos num tesão enlouquecedor. Eu também nunca havia feito uma putaria de verdade num cinema, no máximo uns beijinhos com ex-namoradas. Ela quis fazer várias vezes com o ex-marido mas ele não gostava desses perigos. Passeávamos, olhávamos lojas, tomamos sorvete e nada da hora do início do filme chegar. Entramos numa loja de lingerie e comprei um conjunto para que ela usasse à noite, no hotel. Adoro lingerie. As mulheres ficam absurdas usando-as. É um verdadeiro fetiche para mim.

Finalmente a hora se aproximava: faltavam 15 min e fomos para o cinema, ansiosos. Assim que liberaram, todos que estavam na sala de espera entraram na sala de projeção. Ela escolheu um lugar onde a maioria estava sentada à nossa frente, mas vários estavam atrás de nós. Isso daria o toque de perigo à nossa putaria, pois fundão não tem graça. As luzes se apagaram e nós já começamos naquele roça-roça de braço com braço, braço nas tetas, pega aqui, pega acolá, mas ainda sempre sobre as roupas. Ela usava uma saia e eu um calção. Quando o filme estava já mais adiantado, meti a mão na sua buceta sob a saia, porém sobre a calcinha. Ela estava toda molhada, com a calcinha ensopada por aquele líquido delicioso, escorregadio. Eu não ficava atrás, com o meu cacete inchado todo molhado. Sentia a minha molhação dentro da cueca. Fiz muito carinho sobre a calcinha dela, passando a mão em toda a sua buceta cheia de tesão, sentindo o quanto ela estava lubrificada. Sussurrei pra ela: “- Afasta a calcinha pro lado minha putinha…” e ela prontamente me atendeu, deixando aquela porra gostosa livre para as minhas carícias. Toquei no grelão, que nem precisava de puxar a pele para ficar exposto, estava todo inchado, querendo meus carinhos, minha boca em volta dele. Fiquei acariciando ele suavemente e a minha putinha arfava, gemia baixinho, dizia que não aguentava de tesão. Juntei os três dedos, indicador, médio e anular e molhei bastante com saliva (adoro fazer isso) para em seguida encostá-los no grelão dela, que gemeu mais ainda. “- Sacana, tu me mata de tesão com essa tua mão na minha buceta…” e continuava gemendo quase em silêncio. Eu estava louco, minha respiração era totalmente descontrolada, queria logo sentir aquela mãozinha macia e molhada no meu cacete duro. Puxei o calção e a cueca pro lado com a outra mão e pedi que ela pegasse nele. Ela o envolveu com carinho e começou uma punheta leve, se concentrando na cabeça latejante. Porra! Não dá pra escrever como foi isso, o que senti. Foi muito foda! Aquele friozinho, meu conhecido, tava doido num sobe-e-desce alucinante. Com uma mão eu apertava bastante a raiz do meu pau para que ele ficasse cada vez mais inchado. Ela alí, castigando na punheta macia, colocando mais saliva (adoro isso, é demais!), brincando com a cabeçorra, apertando ela em movimentos sucessivos e rápidos. Porra, eu tava pra gozar! Que punheta a minha putinha batia!

Tirei a mão dela do meu pau e disse que não queria gozar logo, ainda tinha muito filme pela frente… Me ajeitei na poltrona e fiquei mais virado para o lado dela. Agora podia dar toda a atenção que aquela buceta e grelo mereciam. Molhei mais os três dedos com saliva e castiguei na siririca, bem suavemente. Ela tentava fazer de conta que estava atenta ao filme, para que ninguém percebesse o que estávamos fazendo, mas estava louca, estava muito putinha, de grelão duro querendo gozar. A respiração forte e rápida, os gemidos sufocados e o pedido sussurado: “- Me faz gozar, me faz gozar como uma puta, me faz gozar como a tua putinha, por favor…” E eu dizia pra ela baixinho como sempre: “- Não, só quando eu disser que pode, só quando eu autorizar…” Passava os dedos naquela buceta-cachoeira, naquele grelão entumescido e eu próprio não me aguentava de tesão. Queria a mão dela no meu pau, queria a sua punheta, a sua boca quente, queria sentir o interior infernal da sua buceta encharcada. Dei umas estocadas com o dedo na sua xota tesuda e voltei para o grelo. Alí que ela se acabava, perdia o controle e se tornava a minha puta. Acariciava em volta do grelo carinhosamente e rápido, passava os dedos de cima pra baixo. Ela empinava a pélvis e me pedia: “- Me deixa gozar agora, por favor meu amor, deixa…” Eu aumentei o ritmo dos movimentos e disse num sussurro: “- Te acaba minha putinha, goza tudo, encharca a minha mão com o teu gozo, dá tudo isso pra mim que eu deixo.” Ela se entregou. Mandou o controle pra puta que pariu e gozou intensamente, longamente, as pernas tremendo. “- Meu amor, o que tu faz com a minha buceta não tem explicação, não tem como dizer, só dá pra sentir.” Beijei-a com carinho e com toda a paixão que sentia por ela. Beijo longo, suave e violento no final.

Ela arrumou a saia, a calcinha, se ajeitou toda na poltrona, como se fosse assistir ao filme que ainda não tínhamos assistido. Eu, com o caralho duro e molhado pra fora do calção, reclamei: “- Tá, pega aqui, agora é a minha vez.” “- Não porque tu vai gozar e melecar a poltrona e o chão todo também.” “- Porra minha putinha, tu tá de sacanagem… Bate esse punhetão que só tu sabe bater.” “- Não, quando a gente chegar no hotel a gente transa.” Porra, eu não acreditava! Não é que a minha putinha não me fez gozar mesmo? Não teve jeito de fazê-la pegar no meu pau de novo, por mais que eu pedisse, que dissesse que se ela gozou eu também podia gozar. “- Mas eu não esporro quando gozo.” E ficou assim mesmo. Eu doido de tesão, com o pau que não baixava nunca e ela se negando a me fazer gozar. Não teve jeito.

Ao final do filme voltamos para o hotel, mas só transamos à noite, com ela usando o conjunto de lingerie que eu tinha dado à tarde. Foi ótimo porque eu estava com tesão guardado, acumulado. Fizemos uma boa putaria junto à janela do hotel, que dava para a rua da frente. Mas isso fica pra outra história…

Apesar de não ter gozado, a experiência com ela no cinema foi inesquecível e gostosíssima. Uma das putarias mais gostosas que fizemos durante o nosso tempo de namoro. Lembro com saudade, não só pelo tesão como também pelo carinho e paixão que sentia por ela. Uma grande putinha que chegou e passou pela minha vida, deixando um grande vazio por muito, muito tempo…

História pra safadinha…

Li uma história no blog da safadinha (Fada Safada) sobre uma siririca no ônibus que me lembrou uma que vivi e prometi a ela contá-la aqui.

Aconteceu com uma ex-namorada, uma puta amadora. Sim, porque as putas estão classificadas em amadoras e profissionais. As amadoras não ganham para fuder, enquanto que as profissionais sim. As mulheres que me perdoem, mas não fui eu a fazer a classificação, foram elas mesmas, eu apenas reconheço essa classificação.

Essa putinha amadora era muito quente, a mais quente e tarada que já tive. Com um corpo muito gostoso, branquinha com biquinhos rosas, a coisa que mais gostava na vida era de putaria. Fazia um escândalo a putinha quando fudia, bem do jeito que deve ser uma boa puta. Algumas vezes me ligava do trabalho pra dizer que estava indo ao banheiro bater uma siririca porque não aguentava mais de tesão. Fazia questão de me ligar depois pra me contar como foi. Além disso, foi a melhor punheta que já recebi. Ensinei a ela apenas uma vez como eu gostava e ela superou qualquer expectativa minha. Na punheta ela era muito melhor do que qualquer profissional.

Uma vez resolvemos viajar para Florianópolis e, como não tenho carro (e ainda não tenho, pois pra putanheiro de verdade nunca sobra dinheiro pra essas futilidades. gasta-se tudo com putas.), fomos de ônibus. Sempre tive a fantasia de fazer uma putaria num ônibus, viajando. O que me excita nisso é o perigo de ser visto, de ser descoberto. A minha putinha também era louca por esses perigos. Foi então a oportunidade para realizar a minha fantasia e já pensando nisso foi que reservei passagens para a noite.

O ônibus saiu e eu já estava morrendo de tesão com a possibilidade de fazermos nossa putaria durante a viagem. Depois da primeira parada, quando todos já estavam mais para querer dormir, comecei a acariciá-la, passando a mão nas suas tetas e na sua buceta. Nos beijamos bastante cheios de tesão, até porque sou um beijador assumido. Adoro beijar. O cacete já estava explodindo de duro pela excitação da situação. Abri o ziper da calça, coloquei-o para fora e ela molhou a mão com saliva para agarrá-lo com gosto. Putz!, eu não aguentava quando ela fazia isso e não conseguia ficar em silêncio, mas tinha de ficar. Isso é que é foda, isso é que é excitante para caralho numa situação como essa. A minha putinha me dizia baixinho: “- Pssss… Não faz barulho senão não te faço gozar…” Foda! Ela fazendo aquilo comigo, daquela forma, e não querendo que eu fizesse barulho.

Como não queria perder uma boa gozada, tirei a mão dela da minha vara e me voltei pra ela. Abri sua blusa e comecei a mamar naquelas tetas branquinhas, deliciosas. Chupava um biquinho, mordiscava e pegava no outro suavemente com a ponta dos dedos. Vez por outra olhava para ver se ninguém tinha acordado com o nosso movimento. Abri a sua calça e meti a mão dentro da calcinha, encontrando a buceta encharcada, escorregadia. Aquela não tinha grelãozinho, tinha grelãozão mesmo. Quando toquei nele a greluda gemeu e foi a minha vez de dar o troco: “- Não faz barulho senão eu não te faço gozar.” Porra, a putaria estava ótima, com um clima extremamente sensual pelo perigo, aquele friozinho subindo e descendo pela barriga e peito e ainda por cima eu com um grelo daquele calibre, molhado, na ponta do meu dedo. Não tava aguentando! Alternava entre beijos e mamadas, mas sempre firme na siririca. Molhava os dedos, passava no grelão, metia na buceta e voltava pro grelo. Quando ela tentava pegar no meu cacete duro eu não deixava, pois sabia que com poucos toques iria gozar. Ela estava ficando impaciente para gozar, com a respiração cada vez mais forte e rápida, gemendo baixinho. Então fiz o que sei que ela adora e que a deixaria mais louca ainda de tesão: sussurrei no seu ouvido “- Não goza agora, tu só vai gozar quando eu quiser, quando eu deixar.” Ela gemeu: “- Ai, por favor, me deixa gozar… diz que eu posso gozar…” Fui firme: “- Não, só quando eu disser que pode.” Eu continuava com a siririca e quando ela dizia que queria gozar eu parava por uns instantes, provocado-a e dizia que ela não podia gozar sem o meu consentimento. Molhei mais os dedos e quando percebi que ela já estava descontrolada, gemendo mais alto, disse com os lábios roçando na sua orelha: “- Goza minha putinha, pode gozar agora que eu deixo, goza muito na minha mão” Ela começou a gozar gemendo mais alto ainda e tive de colocar a minha mão esquerda sobre a sua boca ou ela acordaria todo mundo. O gozo dela foi muito forte, agarrando meu braço e apertando mais a minha mão que cobria a sua boca. Uma loucura aquela mulher gozando.

Ficamos um pouco ali quietos para que ela se refizesse e logo eu peguei a sua mão e coloquei no meu pau, que já tinha molhado a minha perna, de tão encharcado com toda aquela putaria. Ela abriu os olhos, me olhou e me deu um longo beijo. Molhou bastante a mão e pegou de novo no meu cacete, que mais parecia uma pedra escorregadia. Ela punheteava e molhava mais a mão, deixando meu pau sempre totalmente molhado enquanto eu enlouquecia cada vez mais. Senti que não estava mais conseguindo me controlar, mas queria prolongar por mais tempo aquela putaria fuderosa, porém com aquela punheta super molhada tava foda. “- Assim eu gozo minha putinha, não me seguro mais!” Ela me incentivou: “- Goza meu amor, goza pra tua putinha, goza bem forte, me dá teu leitinho todo…” Eu me esporrei todo, molhando a mão dela e enfiando a minha mão na boca e mordendo para não gritar com aquele gozo fantástico! Ficamos ali quietos, cansados pelo intenso tesão. Puxei a manta para nos tapar e dormimos, com a cabeça dela sobre o meu peito.

O passeio em Floripa foi muito bom, com aquela putinha por quem fui muito apaixonado e com quem gostei de fuder tanto. Fizemos algumas loucuras lá, no cinema, nas escadas do hotel, histórias que depois contarei aqui. Infelizmente de lá ela foi a São Paulo e eu tive de voltar sozinho para Porto Alegre e não pude repetir a putaria no ônibus. Quem sabe quando um dia encontrar uma putinha tão louca quanto ela…